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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Paz, é tudo que precisamos


Sabe do que realmente precisamos em qualquer
situação?

PAZ!

A vida já trás as outras coisas de brinde.
Sejam alegrias ou tristezas, elas vem.

É na paz que aprendemos a dar valor
a tudo isso, e assim deslumbramos
os por quês...

Deus se revela nesta paz, pois é quando
realmente podemos ouvi-lo com clareza.

Tendo paz, a vida se torna mais suave,
mais animada, com mais cor e pode-se
até sentir o seu doce sabor.

Em busca da paz e vc?

BOM DIA!

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmiroliveiracampos.blogspot.com.br

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Política do respeito, política da paz


Me sinto covarde às vezes. Mas o que fazer, se me
comparando aos poderosos, sou um vaga-lume apenas,
se neste mundo me vejo como humano, e não como
estes animais que lutam uns contra os outros, na busca
de demonstrarem sua força, poder, onde sempre vence
o que é mais forte.

Não sou tão velho assim.
Sou da era em que se respeitava os mais velhos,
onde se usava os pronomes de tratamento com carinho
e respeito às autoridades instituídas, onde se acreditava
numa democracia possível, justa e limpa.

E mais ainda, o sucesso vinha por mérito, por esforços,
por luta, por zelo no nome e no caráter, e não por conta
de merchandising, marketing, favorecimento de mídias
interesseiras, QI's, puxa saquismos, e outros mais.
Não que isto não existisse, ao menos, esperava-se e a fé
era, de que fosse combatido, e não banalizado e visto como
prática natural, como nos dias atuais.

O que salva, é que tenho luz própria!
E como pequeno beija-flor, sigo de palavra em palavra,
de pincelada em pincelada, no passo a passo, buscando
dar um sentido às mesmas, e ao que me circunda,
bem como a vida e as pessoas...

Mas, muitas vezes me recolho, tenho aprendido que devo
me melhorar, a mim mesmo, ao invés de dar pitaco na
vida alheia e tentar a mudança que não me pertence.

Mas, a política enfim, não me pertence?
Política é algo somente para políticos, sejam estes
instituídos de poder, ou em busca de serem instituídos
de poder?

Seria eu, mero 'exemplar' de um povo, um ser que apenas
se torna político no ato de votar, e se calar diante das decisões
tomadas por uma minoria que nos representa, sejam estas em
benefícios ou prejuízos, de uma grande maioria?

Não, com certeza não! Penso que, mesmo não sendo conhecedores
a fundo do que é política, e de como se faz política, devemos
ter a participação, podendo assim dar nossos pitacos, aplaudir
quando necessário, bem como censurarmos, e assim exigirmos
o respeito, compromisso, dedicação, determinação e o retorno
"prometido" nas épocas de campanhas,  o que não pode ser
apenas juras e promessas vazias, e sim planos de ações sérios,
que devem ser postos em prática, e virem recheados dos retornos
pretendidos, onde o exemplo seja posto em primeira mão.

Para manifestar, não é preciso denegrir, usar de calúnias,
falsas notícias, usar de boatos e mexericos. É preciso lisura,
respeito, assertividade e caráter, pois sabemos que todos
somos passíveis de erro, o que não implica que devamos ser
concordantes com estes. As punições são cabíveis, mas até
que se prove  o contrário, há a possibilidade da inocência.

É Bom ter-se o entendimento de que é  o ato da pessoa que
deve ser condenado em primeira instância e repreendido, e não
a pessoa em si, pois a pessoa não é o ato, e sendo assim,
pode se redimir, voltando assim, embora dificilmente aceito
pela sociedade, a ser um cidadão de bem.

Sendo condenado (a), deve cumprir a pena que lhe foi imposta,
e depois de cumprida a pena, torna-se livre, já não há mais culpa
nele (a). Essa é a lei, embora pareça injusta em muitos casos, aos
nossos olhos.

Reivindicar direitos sim. Lutar contra a corrupção, sim.
Buscar a igualdade de direitos, seja qual for a situação,
perante a Constituição, sim.

Mas burlar a mesma lei, no desrespeito aos direitos dos outros,
jamais, principalmente no que contraria a estabilidade da democracia.
Que aja justiça, que faça justiça, mas que o maior preceito
a ser seguido, seja a justiça e em prol da justiça.

Disse me disse e apelidos grosseiros para opositores aos nossos ideais
 sejam de vida, políticos, religiosos, de vida, é querer impor
goela abaixo um pensar egoísta, muitas vezes infantil e irrefletido, que
beneficia somente um lado da moeda, a considerada verdade absoluta.

Não há verdade absoluta, principalmente se tratando de política e
políticos. Não há pessoas incorruptíveis, acima de qualquer suspeita...
Não se atira pedras quando se tem telhado de vidro.

Quer dizer então, que devemos aceitar a corrupção e ficarmos de braços
cruzados?

Jamais.
O que precisamos é buscar realizar as coisas dentro da justiça,
buscando até nas ruas se preciso for, mas como um GIGANTE sábio,
na separação do joio e do trigo, pois se conhece a árvore por seus frutos,
e tentar arrancar o trigo antes, pode ser que se comprometa toda a
colheita no dispersamento do que realmente é relevante em cada situação.

Muito blá blá blá sem fundamento, só desnorteia os cidadãos,
e eleitores, que vendidos em falsas verdades, conhecem cada
vez menos dos seus candidatos e votam às cegas.

Talvez seja esta a ideia de quem busca se manter no poder
a todo custo... Mas isso, com o tempo não terá mais fundamento,
pois o povo vai acordando com o passar do tempo, e uma hora,
a casa cai.

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmiroliveiracampos.blogspot.com.br

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

A mudança está em nós!


Em dias assim, como hoje,
que se repetem ano a ano,
e para nós, desde que iniciamos
a vida, fica sempre um ar de
reflexão...

O que fazer para que o outro ano
seja diferente?
O que fiz para que este ano que
se encerra, valesse ou não a pena?

Muitas vezes prometemos tantos
absurdos e ficamos no vácuo.
E a vida segue cheia de mesmices.

Sabemos que as mudanças são
possíveis (me incluo), mas não
temos geralmente a coragem para
fazê-las acontecer, de tão
acostumados que estamos com
a rotina, que nos gera segurança,
nos faz até certo bem, e proporciona
certo conforto, mas, não nos faz felizes.

Na verdade, não precisamos de
promessas, e sim, de um rumo na vida e
de ações planejadas que nos leve
passo a passo rumo a estas metas.

O caminho se faz ao caminhar.
Dar o passo, por menor que seja
já nos impulsiona à frente.

Com Deus sempre podemos contar.
Uma ajudinha da sorte sempre faz bem.
Mas o primeiro passo, este, é sempre
nosso, na fé e crença do possível, que
somente se torna possível através de
ações.

Talvez, leve um pouco mais de tempo
para organizarmos a vida...

Não gastamos apenas um ano para
desorganizá-la, como gastaremos
somente um ano para organizá-la?

Sempre um passo por vez.
Festejos nas pequenas conquistas...

E quando paramos para refletir,
descobrimos que o ano que encerra,
foi bom, muito bom na verdade...

E o melhor, percebemos que o ano
que começa pode ser tão bom, quanto
melhor... Basta um passo de cada
vez.

Sejamos nós mesmos a mudança
que tanto sonhamos, que tanto queremos,
a história, somos nós quem fazemos.

Amigos, desde já, o meu desejo de um
Feliz findar de 2014, e um "mais" feliz ainda
iniciar de 2015... Glória a Deus!

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmirolivieracampos.blogspot.com.br

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Política no Brasil, guerra de lavadeiras


A Dilma isso...O Aécio aquilo!
Muuuu, Béeee.
Que vespeiro é este que o "povo"
gosta de cutucar?

Se está do jeito que tá, será que
são somente eles os culpados, ou
quem neles votou nas eleições e
quem deixou de votar?

Toma! (...) Falei, avisei pra não voltarem
na Dilma... Agora tomem (...).
Infelizmente, poderia ser a mesma
fala de quem voltou na Dilma, aos
que tivessem votado no Aécio, caso
este tivesse sido o vencedor.

Ambos demonstram ser farinha do
mesmo saco, direita e esquerda
que com certa regularidade trocam
de posições no poder.

Mas a corrupção não para e nem
começa neles, ela tem início em
nossos próprios corações, quando
desrespeitamos a democracia, e
passamos a ser juízes dos que
votaram ou não votaram a favor
de fulano, ou a favor de beltrano.

Gente, quanta infantilidade...
Quem entra no poder, não representa
somente quem os elegeu...
Representam a toda a SOCIEDADE,
(e diga-se de passagem, não é a burguesia
não, esta que se intitulam sociedade,
como se pobre não fizesse parte dela, sendo
negado sua aparição nos sites de notícias
e de fofocas), tendo alguns membros votado,
outros anulado o seu voto, e ainda aqueles
que votaram em branco e e os que
preferiram nem ir às urnas.

Os fiscais somos todos.
Eles estão no poder...
São funcionários públicos a nosso
serviço, a falar por nós e a agir por
nós, e não para conduzirem tudo
conforme suas vontades e "poderes"
e cá entre nós, são muito bem pagos
por isso.

Pena não exerçamos nosso papel,
cegos por briguinhas mesquinhas
que com certeza não leva ninguém
ao céu.

Mas, voltando ao ponto de onde
começa a corrupção, hoje em dia ela
já começa no lar, na escola, nas ruas,
nas "micro sociedades" e só depois
se expandem para as "macro sociedades"
e "mega sociedades".

O mal tem que ser cortado pela raiz.
E como querer mudanças, se o voto
é constantemente usado na troca
de poderes entre direita e esquerda?

Estes que estão aí, há décadas, e nada
fazem? Qual é a diferença? Qual é o
novo governos que temos tido?

Vê-se a mesma realidade no pequenos
municípios onde ainda impera o coronelismo,
as trocas de favores, o nepotismo...

A corrupção, volto a poetizar, começa
assim, como pode terminar, no coração.

Nas escolhas do coração, as quais
nunca estão livres das consequências.
O que exige que cumpra cada um,
cidadão e cidadã o seu papel, nos
mínimos detalhes, mesmo que coce
as mãos, pedindo o contrário.

A corrupção começa no coração, quando
se opta a furar a fila de um banco, quando
se opõem a não andar na faixa de pedestres,
quando se joga lixo nas ruas, quando fumamos
em áreas não permitidas, quando aceitamos
propinas, quando damos o jeitinho brasileiro,
quando subornamos um guarda, quando infligimos
e usurpamos o direito do outro e não
cumprimos a Constituição, ao querer e pegar
o que não nos pertence, o que tem sido tão
banalizado e usual em nossos tempos.

Não tem Dilma, nem Aécio, nem Sarney,
Nem FHC, nem Marina Silva, nem o diabo.
Que consiga controlar tudo isso desde a raiz.
O Brasil é demasiado enorme...

O que cabe, é o preceito de que cada um deve
cumprir com o seu papel e ajudar ao outro,
dia a dia, buscando um mundo cada vez
melhor, verdadeira essência da democracia
consciente.

A que leva brigas de lavadeiras?

Com certeza, a muito mais roupa suja, e muitas
vezes rasgadas, de difícil conserto, desuniões
e distanciamentos entre as pessoas.

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
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