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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Às vezes prefiro a loucura

Se às vezes me tranco no meu mundo,
É por medo.

Medo de me corromper, desacreditado em tantas “verdades” as quais me fizeram crer, enquanto me construo na condição de “ser humano”.

Verdades que aprendi.

Verdades que busco viver,

Enquanto verdades que são...

Verdades, que me fazem sentir

Peça falha do sistema.

Pois ética, moral, direitos, cumprimento de deveres, leis, e outros mais...

Têm sido esquecidos, elogiados e bonito nos livros, e pontuações que intencionam primeiro mundo, nas fotos, vídeos e filmes, e horrendo nas vivências e ações humanas.

Diante destas e outras situações cotidianas, temo ficar “Normal” e aceitar cabisbaixo a sina que nos tem sido Imposta, ao malfadado fatalismo, predestinação, destino, Acaso, enfadonho enfeitiçamento que aliena e acomoda Na aceitação do inconveniente, como se este fosse o conveniente.

Se ser “normal”, é contrariar o que sou, o que acredito, o que penso, o que vivo, a verdade, o meu ser, meu vir a ser...

Admito preferir viver na loucura, mesmo que isolada, a qual me permite “ser” e lutar através da escrita e da arte na instalação da duvida, do questionamento do real significado de vida humana em sua experiência terrena...

Onde ser é mais que ter...

Onde palavra acompanha ações...

Onde “faça o que eu falo”, mas preste atenção no que eu faço pra ver se condiz com o que falo, onde avaliar papéis, fotos e vídeos, seja acrescidos do avaliar o que levou a estas resultantes, o humano em seus contextos, vivências, ações e relações.

Peça falha do sistema

É difícil precisar o porquê e o tamanho da tristeza

Que às vezes inunda meu coração e meu ser.

Às vezes nada parece ter sentido.

Vida minha...

Projeto inacabado...

Em construção.

Pausas, paradas...

Causa de chuvas, trovoadas, convulsões provocadas

Por certos roteiristas que insistem em me dizer

Que sou peça falha do sistema...

Pois não me adequo e adoeço sensível ao que me Espõem cotidianamente...

Pois imagino a possibilidade e luto por uma vida plena e feliz, longe dos “faz de contas”, dos “fazem o que eu falo, dito, mando e ordeno, mas não façam o que eu faço”, onde “ações que não condizem com palavras e escritas.”

Me pego sonhando, pensando, imaginando...

Como construir um mundo melhor, ser idealista, sonhador?

Se no mundo muitos se regozijam com a dor, violência, fome, nudez e morte?

Canibalismo

Às vezes penso que seria melhor viver numa jaula com Leões...Pois ao menos saberia o sentido da vida para mim e para eles.
Ao invés de viver entre os seres humanos, os quais muitas das vezes não conhecemos as intenções, pensamentos, emoções, sentimentos e ações as mais diversas, as quais são capazes de realizar.

Horas alegram multidões...

Horas entristecem.

Horas encantam...

Horas chocam toda humanidade.

E nesse ciclo, literalmente falando, alguns humanos estão caminhando para o “canibalismo”, onde o próximo passo, pode ser comer uns aos outros, e  o que é pior, sem culpa nenhuma na consciência, como se alimentassem de um porco ou galinha.

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