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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Lembre-se...

Lembre-se, que quando chorou, chorei também;
Assim, como quando sorriu, sorri também...
Quando me amou, te amei também.
Veio a separação, não por falta de amor,
Pois este sempre foi demais.
Mas por divergentes opiniões.

Busquei novo amor...
E amei... mesmo te amando.
Um dia sequer, deixei de pensar em você.

No novo amor, que amei também,
Me lembrei do amor gostoso que fazíamos "tontos" na madrugada,
Na rua às escondidas, no quintal de casa, das nossas rapidinhas...
Tudo isso, quando o novo amor me gelava.

Nas situações que vivi com o novo amor,
Muitas me traziam o desejo de te ter novamente
Em meus braços.
Cruel orgulho, que cega...
O novo amor, tinha tudo pra dar certo...
Mas com o tempo, veio as horas de solidão...
Vazio, tristeza, escuridão.
Nas quais me lembrava do quanto me amou,
E que mesmo com seus defeitos,
Sempre se fazia presente.

No trato, no carinho, e no sexo sua dedicação
Sempre foi excepcional.
Coisas que o novo amor só dedicava à prestação.

Me lembro das lágrimas de sangue...
Que se não saem dos olhos, saem da alma,
Por não ter dado valor ao seu amor.

Mas mesmo assim, decidido que estava,
Seguia com o novo amor, buscando amar
E ser amado.

Mas tudo passa...
O novo amor se foi.
E eu e você já a tempos não somos dois...
Somos como pássaros livres para viver...
Mesmo que seja um grande e novo amor...

Espero que pelo menos reste a amizade
Em nossas relações, para que sem culpa,
Possamos enchergar o amor que vivemos
E possamos dizer "veleu a pena".

Mas como tudo neste mundo é passageiro...
Mas como nesse mundo tudo é dinâmico...
Eu também o sou, e preciso seguir em frente...
E em frente eu vou, com uma experiência a mais,
Que com certeza me possibilitará ser mais feliz...

Nasci para amar...
Só me resta o presente, o qual me impulsiona
A seguir em frente, e quem sabe
descobrir ou ainda redescobrir o amor.

É tempo de luto...
É tempo de luta...
É hora de libertação.

Metamorfose que me transmuta e me prepara para
Ser nova criatura...
Transmutação que me abre novas possibilidades...
Novos sonhos...
Novos rumos...

Em frente eu vou...
Por que, quem cisca pra trás é galinha...
E quem anda pra trás é caranguejo...
Mas se partindo daqui, quiser ir comigo...
É só felicidade.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A última carta

Se pedi a separação não foi por falta de amor...
Muito pelo contrário, foi por não me adequar
Ao que você esperava de mim...

Enquanto eu te amava e te queria perto...
Enquanto eu te deseja e te queria no amor e no sexo...
Enquanto eu me doava por completo...

Você se afastava e só falava que me amava...
Mas nas suas ações...
No que tinha pra hoje...
Você foi me expulsando da sua vida...

Se pedi a separação, foi por não aceitar ficar longe de ti...
Se pedi a separação, foi por não querer ficar longe
Dos seus carinhos, do seu amor e presença.

Mas você preferiu ficar debaixo das asas genitoras...
Preferiu não crescer...
Se é sua vontade, E´direito seu, não posso negar.

Mas por isso e por me amar, não foi possível continuar.
Você sempre soube das minhas intenções...
Mentiu, omitiu...Adiou sonhos e promessas.
De sete viraria dezessete...
E eu quase aceitei esperar...

Não quis jamais me opor à sua família.
Só quis formar com você uma família.
Uma família baseada no amor, respeito,
COMPROMISSO, e cumplicidade...
Coisa que não vinha acontecendo.

Você se entregou pouco, esperando se entregar no futuro.
Você me isolou, me gelou...
E assim, foi me expulsando da sua vida,
Quando me oferecia ausência de você...
Bobo seria eu se aceitasse.

Quando se dedicava aos outros e me fazia promessas de
Um futuro incerto, eu tentava me adaptar a você...
Tentava levar a situação.
mas não deu.

Meu orgulho e amor próprio mais uma vez me fizeram decidir recomeçar.
que pena que não foi com você.
Pena que você nem percebeu...
Seu amor não foi suficiente...
Que pena.

Mas sigamos em frente, se não foi,
Diria o poeta, é por que não era pra ser...
Mas tenha certeza, que o pouco que construímos,
Me fez ver em você a amiga, a irmã
Que espero uma dia, após cicatrizarem as feridas
Possamos confirmar.

Saiba que o amor que tive por você, ainda existe...
Que nesta história por minha parte tudo está perdoado...
Já não existem culpados...
O amor, resiliente que é,
Se transformou em algo pra nós que pode ser um bem maior.

domingo, 26 de setembro de 2010

Bagunça, credo...

Estou aqui, com uma vela acesa, cadeiras para o alto,
Móveis afastados.
Empunhando rodo, vassoura, pano e produtos de limpeza.

Faxino a minha casa entre lágrimas...
E assim, me distraio, pois faxinar a bagunça do
Coração está difícil.

Só o tempo pode curar a dor de uma ausência.
Só o tempo pode curar a dor de um amor que se foi.

Não há nada a fazer.
Não existem produtos de limpeza
Que realize a faxina do coração.

Somente o tempo, a paciência, a esperança
E o amor podem renovar, reciclando o coração
Espedaçado; Que perdido escurece a alma
Que clama por socorro e avivamento.

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