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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Beicinhos com beicinhos, beijinhos


Beicinhos com beicinhos.
São beijos de amor.
Aquecem o coração e incendiam
o corpo todo.

Beicinhos com beicinhos são pavios
em barris de pólvora. No beijo faíscas
e a explosão é pau pra toda obra.

Beicinhos com beicinhos.
Beijos que eu quero a toda hora.
É amor que aquece bem mais que
catapora.

Beicinhos com beicinhos, beijos e
juras de amor.
O resultado é sempre o que é bom
para os dois.

Beicinhos com beicinhos.
Beijos e mais beijos.
Assim é grande o tesão e maios ainda
o meu desejo.

Beicinhos com beicinhos.
Beijinhos perde a roupa.
Corpos nus, suores abafados...
Isso tudo só é bom entre dois
apaixonados.

Beicinhos com beicinhos.
Selinhos ofegantes e cansados.
Só se aquietam, só se calam,
no dormis juntinhos e abraçados.

Beicinhos com beicinhos.
Beijinhos eu te amo, eu e você
este é o plano.

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmiroliveiracampos.blogspot.com.br

Só depois, seguir a dois...


Quando pensei estar amando, vivendo
um sonho sem igual...

Juras de amor, fetiches e carnaval.

Esperas ansiosas, encontros calorosos.
Me enganei.

Fui aos poucos me tornando inimigo
de mim mesmo, me privando para o
outro realçar.

Entregas bobas de quem pensa saber
tudo da arte de amar.

Só não sabia eu, que não tem como
desvestir um santo para vestir outro.

Tirei amor de mim e me manado menos
me entreguei na sorte de ser feliz.

Somente o outro saiu ganhando, pois
sua alegria foi meu pranto e choros
de amor.

Embora ter sofrido, muito aprendi.
E o melhor é investir em mim mesmo.

É moroso se reconstruir, custa tempo e
muito esforço, e às vezes o sorriso demora
a surgir.

Mas ele vem todo branco, junto à poesia.
O coração se renova e mais forte sabe que
a sorte é certeira nas flechas do cupido, o
qual ensina que o amor vem sempre no melhor
amigo, aquele que se vê diante do espelho
e quando se fecha os olhos...

Só depois pode-se seguir a dois.

By Adalmir Oliviera Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmiroliveiracampos.blogspot.com.br

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Perdi o jeito de falar de amor?


Penso que perdi o jeito de falar de amor.
Não sei, não flui assim tão facilmente.

Não que eu tenha desaprendido sobre
o amor, muito pelo contrário.

Pois na arte de amar avancei muitas casa,
posso dizer que evoluí.

Foi no amor por mim.
Foi no amor pelos meus.
Foi no amor pelos outros.
Foi no amor a Deus.

Talvez praticar amor acalma um pouco as
palavras e estas se tornam constantes
na ação.

Não tem jeito, falar e fazer amor é bom demais.

E só nos engrandece e faz feliz.

Talvez amor não seja essa loucura narrada
em outros tempos, e sim, calmaria.
Assim como o mar que vai absorvendo a tudo
sem se perder e sem permitir que se perca
o que foi absolvido.

Gota a gota que se completa em mar, em
diversidade de corais, peixes, plantas, cores e
vida.

Assim é o amor...
Completude que não transborda, embora sempre
expanda, aumenta e se multiplica.

O bem é comum e o amor nos torna um, e
quem é capaz de fazer mal a si mesmo?
Acredito, só alguém que não conhece o amor,
só alguém que não pratica o auto-amor.

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmioliveiracampos.blogspot.com.br

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