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quarta-feira, 25 de março de 2015

No amor, nos tornamos melhores


Não acredito que o amor muda as pessoas, a não ser o
amor próprio, quando percebemos o que nos faz infelizes
e o que nos atrasa e resolvemos mudar!

Se o outro nos ama e se amamos o outro, os amamos e
eles nos amam pelo que são e pelo que somos, e não
pelo que gostariam que fossemos ou pelo que gostaríamos
que fossem.

No convívio a dois, aprendemos sim, a respeitar um ao
outro e a ceder no que não nos faz mal e não nos prejudica
para que o outro se sinta melhor.

Ser neutro para agradar ao outro não é amor.
Apagar-se para que o outro brilhe não é amor.
Deixar de respirar para que o outro respire, não é amor.

Somos seres relacionais e dialógicos.
Diante de conflitos, não devemos temer, nos esconder,
ou nos anular.
Devemos usar da arte do diálogo, da negociação e buscar
o que é melhor para os dois lados, visto que não são
homogêneos.

Conflitos são oportunidades de crescimento a dois.
Às vezes é preciso que um ou o outro ceda, mas numa
eterna gangorra em busca de movimento, equilíbrio e
segurança.

Ora de lá.
Ora de cá.
Mas sem se perderem para que o outro se encontre.
Podemos mudar sim, mas nossa essência deve ser preservada,
foi o que o outro amou em nós, mudarmos, poderia colocar
em risco toda a conta.

Mas podemos, como o rio, nos alargar, nos encher, nos deixar
acrescentar, se agregar, ou findar e secar deixando de existir,
como toda vida antes exuberante e alegre.

Assim como o rio, nas relações, devemos ser flexíveis, sem
perdermos as origens sem perdemos nossas raízes, somos
cultura que se incorporam a outras culturas e nos tornamos
um, só que mais ricos, férteis e possivelmente felizes no
respeito ao outro que parte do respeito a si mesmo e em Deus.

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmiroliveiracampos.blogspot.com.br 

terça-feira, 24 de março de 2015

Com quem andas?


Dizem por aí "me digas com quem andas que direi quem tu és". E muitos defendem esta "máxima" com unhas e dentes. Mas se olharmos atentamente, veremos o quanto esta "máxima", dito popular, é falha e chega a ser mesquinha, a não ser que os seres humanos sejam volúveis, instáveis e manipuláveis. Quem recebeu verdadeira instrução educacional e até mesmo religiosa, livre de preconceitos e visões distorcidas e estereotipadas da realidade e possuem uma base sólida, não saem por aí vestindo qualquer camisa. Podem andar em qualquer campo, ter amigos diferentes, e mesmo assim, não deixarão de ser quem são, se mudaram, não foi por influência, foi por que se revelou sua verdadeira essência. Convenhamos: ninguém vira gay, negro, branco, asiático, indio, deficiente mental (...). Já se nasce assim. Não desviemos o foco do verdadeiro mal na condenação de inocentes. Jesus caminhou no meio dos excluídos, não julgou, não condenou... Acolheu, curou e levou libertação e por incrível que pareça não deixou de ser quem era e quem continua sendo. É fácil ser santo em terra de santo, bem como é fácil amar quem nos ama.

Bora refletir? Abençoada semana gente linda, gente amiga!

By Adalmir Oliveira Campos​
adalmir-campos.blogspot.com.br
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Por mais tolerância no trânsito


Tolerância no trânsito, abrace esta causa!

Dizem que para toda regra, sempre há uma exceção.
Em grande parte eu concordo, visto que, não há como
homogeneizar o ser humano.

E no caso em questão, o que me motivou a escrever
estes pequenos parágrafos muitos hão de concordar.

Mulher no trânsito é um perigo constante.
Mas há exceções.

Homens não prestam, são todos iguais.
Mas há exceções.

Homens não conseguem fazer mais de uma coisa
ao mesmo tempo, são muito aquém às mulheres,
as quais são multifuncionais.
Mas há exceções.

Motoqueiros ou quem pilota motos são todos
imprudentes e irresponsáveis.
MAS HÁ EXCEÇÕES.

Há várias outras questões onde nas mesmas
"há várias exceções".

Deixei esta do motoqueiro por último, pois vejo
que muitos motoristas de veículos maiores
não estão dando a mínima para os motoqueiros,
fazendo de conta que os mesmos são invisíveis,
isto na ruas, rodovias e estradas.

O código de trânsito brasileiro deixa bem claro
que os veículos de maior porte devem sempre zelar
e pôr em segurança os veículos menores, e também
aos pedestres. Mas na prática, sabemos que ocorre
o contrário.

E é aí, que as leis devem prevalecer.
E é aí, que não se deve ter exceções.

Colocam apelidos em rodovias e trechos onde
há porcentagens grandes de acidentes, como
se os lugares, rodovias e trechos fossem os
grandes vilões, o que na verdade, nem sempre
é a grande realidade, na maioria das vezes, são
imprudência mesmo.

Há veracidade no que diz respeito ao não
cuidado do Estado e municípios nas rodovias,
ruas, avenidas e estradas, muitas vezes mal sinalizadas e
em péssimas condições de uso.

Mas a imprudência não pode servir de desculpas para
este fato.

Ambos, motoqueiros, motoristas de carro, caminhões,
dentre outros, pagam seus impostos, e ambos possuem
seus direitos garantidos por leis, mas é preciso fazer valer
na prática.

Nada de veículos pesados, como caminhões e outros,
ir piscando o farolzinho e ir com tudo, obrigado carros
de passeio e motos irem pro acostamento, para que possam
ultrapassar, ou invadir a pista contrária.

Quem pega rodovias como a 365 diariamente vê muito destas
irregularidades, e os carros de passeio, a serviço de órgãos
públicos e bem como carros de aluguel, ou táxi também
cometem muitas imprudências, e muitas vezes obrigam os
motoqueiros a andarem no acostamento (quando há), correndo
risco de atropelamentos a ciclistas, e pedestres (andarilhos)
que são muitos em qualquer época e acentuam-se em épocas
de festas regionais (romeiros).

As regras para ultrapassagem são as mesmas para todos os
veículos automotores, e não deve haver EXCEÇÃO, a não ser
nos casos previstos por lei.

Ver se o local é apropriado à ultrapassagem, com análise às
faixas, às placas, a pista contrária estar livre, sinalização
indicativa que se fará uma ultrapassagem, alerta ao motorista
da frente com piscar de faróis e ou leve toque na buzina, indicando
a intenção de ultrapassagem, ir para a outra pista, fazer a ultrapassagem
e retornar à pista de origem o mais breve possível, com o máximo de
segurança.

Mas as pessoas tem feito totalmente o contrário, e nenhuma
punição tem ocorrido, e muitas vezes quando morrem os motoqueiros,
ou estes são envolvidos em acidentes, devido à fama de irresponsáveis,
acabam levando a culpa, mesmo estando certos.

É importante salientar que ao ultrapassar um motoqueiro, deve-se
agir como se estivesse ultrapassando um carro, ou caminhão, e etc.
Sempre sinalizando,  o que alerta aos carros de trás sobre sua
ação.

Em estradas esburacadas, dirigir com prudência e em velocidade
reduzida, evitando sair da pista a todo momento e assim invadir
a pista contrária, e quando necessário esta opção, observar se a
outra pista está livre, sinalizar a sua intenção para que os carros que
estão atrás sejam alertados, e voltar imediatamente para a pista de
origem, em caso da vinda de carro na pista contrária, o melhor a fazer,
é reduzir, sinalizar para o acostamento caso tiver e desviar do buraco,
caso não aja acostamento, passar por sobre o buraco mesmo, evitando
assim uma possível colisão.

Se as leis de trânsito fossem seguidas sem exceções, a não ser em
casos extremos, onde infligir estas leis venha a evitar um mal maior, a
PAZ NO TRÂNSITO seria uma realidade.

Tolerância no Trânsito, abrace esta causa!

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
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