sexta-feira, 11 de junho de 2010

O pecado aliena...

Esta frase me veio à mente, e eu não parei de escrever...
Será por que?
O pecado aliena?
Será esta, uma verdade oculta em meu universo inconsciente?
Será uma verdade que vejo consciente?
Será uma verdade?
Será uma mentira?
PECADO... PECADO... PECADO... PECADO...

Ouço esta palavra de domingo a domingo, dia após dia.

Às vezes até parece que é o pecado que importa.
Às vezes ele soa como algo que me faz ser importante e conhecido.
PECADO... PECADO... PECADO... PECADO

Ele às vezes é tão vivo em mim...
Às vezes quero morrer para não cometê lo.
Às vezes quase mato para vivê-lo.
PECADO... PECADO... PECADO... PECADO...

Eu, tão humano e tão falho, erro e peco constantemente.
Quanto mais tento ser santo, mais peco.
Será o pecado o caminho para me santificar?
Será o pecado que me faz ao inferno chegar?
Tantas perguntas...
Poucas respostas.
Pecado é isso...
Pecado é aquilo.
Mas em uma coisa, acredito: "que atire a primeira pedra quem nunca pecou", pois "com a mesma medida que julga o seu irmão, será medido".

Para mim, o pecado pode condenar...
Para mim, o pecado pode absolver da condenação.
O pecado, que também é um erro contra Deus e contra o outro, pode ser grande fonte de aprendizado, mas nem sempre é preciso ser vivenciado para que o aprendizado ocorra como é o caso de privar a vida de outrem e a seus famliares desta vida, ou ainda magoar o outro e a se mesmo agindo com desamor.

De um modo bem simples, entendo que pecado é ferir o outro fazendo-o infeliz, ou ferir a se mesmo  fazendo-se infeliz, privando a ambos da vida e da felicidade. Fora disso, não há pecado.

Se não me machuco...
Se não me faço infeliz...
Se não me privo de viver plenamente a vida e assim, não o faço aos outros, estou vivendo o maior de todos os mandamentos, que é "amar a Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a se mesmo".

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