quarta-feira, 25 de julho de 2012

O que seriam os sonhos?

Os sonhos seriam videoteipes da mente consciente e inconsciente em um constante processar de algo que não foi concluído durante o dia, ou durante a vida, e que às vezes nos atormenta e nos deixa inquietos durante a noite, e muitas das vezes nos tira o sono, como em outras oportunidades nos alegra e nos faz querer dormir por mais tempo?

Ou seria o encontro de almas de vivos com vivos, vivos com mortos, mortos com vivos, vivos/ mortos/vivos e vice versa em um mundo paralelo, em busca de se comunicarem, por motivos os mais diversos, em contextos que permeiam o espaço e o tempo, em viagens no passado, presente e quem sabe no futuro?

 As respostas são variantes...

E nenhuma me satisfaz.

Queria saber se os sonhos trazem algo a mais

Que ilusões, vontades, medos, risos, choros,

Ranger de dentes, gozo, desprezo, presença, ausência,

Saudade, dentre outros e muito mais,

De tudo que trás no sono dos mortais.

Nuvens fugazes



Doce beijo...

Beijo quente...

Beijo ardente...

Envolvente.

 Tramas de entregas a dois.

Sabor chocolate branco que se mistura moreno.

Fogo, suor, sussurros que se encerram na calmaria do gozo, que se alonga na noite na esperança da continuidade do sonho que se faz verdade.

 Presente Divino que teme choros e ranger de dentes que se materializam na mente através das cicatrizes deixadas pelas experiências passadas que insistem em demolir o amor.

 Nuvens fugazes, escuras, tempestuosas que vem e que vão e passam. Pois sabem que tem um espaço e tempo maior para brilhar.

 E o que é melhor, como o sol, o amor também tem seu tempo e espaço e nunca cessa, só aumenta, multiplica e descomplica fazendo histórias, promovendo vida, que “ânima” Celeste expande e descomplica,

Fazendo suar...

Fazendo sorrir...

Fazendo falar...

Fazendo calar...

Beijos...

Abraços...

Carícias...

Entrega, verbo em ação, almas gêmeas em busca de um mundo mais irmão.

Retribuição: carinhos x beijinhos

Você chega ao pé do meu ouvido
E me diz baixinho...

Te amo!

Te amo!

Quero beijinho...

Seu beijinho...

Bem quentinho...

Gostosinho.

Vai, vai...

Manda beijinho!

Eu não fico por baixo...

Só por cima...

Dois em um...

Retribuo carinhos.

Sou seu amor.

Sou seu gatinho...

Te pego de jeito e te dou o que você quer.

O que você quer?

Quer meu amor?

Quer meu carinho?

Te dou beijinhos...

Te dou beijinhos...

Te dou meu amor,

Te dou meu carinho.

E mais beijinhos, você quer?

To te dando... to te dando...

To te amando, to te amando.

Às vezes prefiro a loucura

Se às vezes me tranco no meu mundo,
É por medo.

Medo de me corromper, desacreditado em tantas “verdades” as quais me fizeram crer, enquanto me construo na condição de “ser humano”.

Verdades que aprendi.

Verdades que busco viver,

Enquanto verdades que são...

Verdades, que me fazem sentir

Peça falha do sistema.

Pois ética, moral, direitos, cumprimento de deveres, leis, e outros mais...

Têm sido esquecidos, elogiados e bonito nos livros, e pontuações que intencionam primeiro mundo, nas fotos, vídeos e filmes, e horrendo nas vivências e ações humanas.

Diante destas e outras situações cotidianas, temo ficar “Normal” e aceitar cabisbaixo a sina que nos tem sido Imposta, ao malfadado fatalismo, predestinação, destino, Acaso, enfadonho enfeitiçamento que aliena e acomoda Na aceitação do inconveniente, como se este fosse o conveniente.

Se ser “normal”, é contrariar o que sou, o que acredito, o que penso, o que vivo, a verdade, o meu ser, meu vir a ser...

Admito preferir viver na loucura, mesmo que isolada, a qual me permite “ser” e lutar através da escrita e da arte na instalação da duvida, do questionamento do real significado de vida humana em sua experiência terrena...

Onde ser é mais que ter...

Onde palavra acompanha ações...

Onde “faça o que eu falo”, mas preste atenção no que eu faço pra ver se condiz com o que falo, onde avaliar papéis, fotos e vídeos, seja acrescidos do avaliar o que levou a estas resultantes, o humano em seus contextos, vivências, ações e relações.

Peça falha do sistema

É difícil precisar o porquê e o tamanho da tristeza

Que às vezes inunda meu coração e meu ser.

Às vezes nada parece ter sentido.

Vida minha...

Projeto inacabado...

Em construção.

Pausas, paradas...

Causa de chuvas, trovoadas, convulsões provocadas

Por certos roteiristas que insistem em me dizer

Que sou peça falha do sistema...

Pois não me adequo e adoeço sensível ao que me Espõem cotidianamente...

Pois imagino a possibilidade e luto por uma vida plena e feliz, longe dos “faz de contas”, dos “fazem o que eu falo, dito, mando e ordeno, mas não façam o que eu faço”, onde “ações que não condizem com palavras e escritas.”

Me pego sonhando, pensando, imaginando...

Como construir um mundo melhor, ser idealista, sonhador?

Se no mundo muitos se regozijam com a dor, violência, fome, nudez e morte?

Canibalismo

Às vezes penso que seria melhor viver numa jaula com Leões...Pois ao menos saberia o sentido da vida para mim e para eles.
Ao invés de viver entre os seres humanos, os quais muitas das vezes não conhecemos as intenções, pensamentos, emoções, sentimentos e ações as mais diversas, as quais são capazes de realizar.

Horas alegram multidões...

Horas entristecem.

Horas encantam...

Horas chocam toda humanidade.

E nesse ciclo, literalmente falando, alguns humanos estão caminhando para o “canibalismo”, onde o próximo passo, pode ser comer uns aos outros, e  o que é pior, sem culpa nenhuma na consciência, como se alimentassem de um porco ou galinha.