quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Faça 2016 valer a pena!

    

    Em 2016 e sempre, carregue a tua cruz e segue adiante! Para refletir! O dia de hoje, não é muito diferente dos demais, de tantos outros dias 31 de dezembro que já se passaram ou que ainda estão por vir. Alguns melhores, outros piores, alguns nublados, outros ensolarados, outros ainda chuvosos e até tempestuosos. Mas são em dias como este que mesmo em meio à crise ou à bonança, à correria ou a calmaria, em tempos de guerra ou em  tempos de paz, que as pessoas param e por alguns momentos pensam sobre si mesmos, sobre o que tem feito de suas vidas. E fazem dessas reflexões, muitas vezes entre risos e outras vezes entre lágrimas, promessas de mudanças futuras no ano que está para iniciar.     E a passagem acontece naturalmente e na maioria das vezes nada muda e as promessas se juntam a tantas outras passadas e vazias. As pessoas se frustam, culpam a si mesmas, mas antes, culpam a Deus, ao destino, ao demônio e ao próximo por nada ter sido diferente, por nada ter melhorado e pior, por muitas coisas às vezes terem piorado. Quem sabe culpa da Dilma também, bem como dos corruptos, dos negros, dos gays, dos traficantes, dos imigrantes, dos sem teto, dos órfãos, dos moradores de rua, dos aidéticos, dos incrivelmente heterogêneos. Aliás, pensam muitos, o mundo só está do jeito que está por causa deles, é castigo "divino". O olhar orgulhoso, narcisista e muitas vezes mesquinhos e contraditórios não solta os umbigos dos que se acham salvadores de si, do mundo e das pessoas, mas que na verdade não salvam a si mesmos, e não suportando esta verdade, feito náufragos revoltosos por terem perdido o seu barco ou navio, e saem de carona a se infiltrarem nos barcos e navios alheios com o intuito de comprometerem e sabotarem os barcos e navios destes, trazendo assim o caos ao mundo. É incrivelmente verdade que a salvação não é exterior a ninguém, ou em outras palavras, a perdição não é culpa de outrem, a não ser dos que fazem as escolhas e agem no mundo... 
    A mensagem não vem ditar culpados, muitos menos encher as pessoas deste sentimento tão corrosivo e destrutivo que é a culpa, a mensagem vem como Boa Nova, fresquinha neste texto, mas antiga em suas verdades, "carregue a tua cruz e me Siga", eu não os deixei órfãos, muito menos abandonados, deixei de Habitar a terra, para Habitar em teus corações, e venho pedir-te amor próprio, para que neste amor, descubram as causas de tuas próprias dores, e que nesta maravilhosa descoberta, libertem-se a si e aos outros da culpa, do medo, do choro, da dor e da morte, e que livre, de cabeça erguida, se ponham a caminho do bem amar, do bem servir, do bem acolher, do bem perdoar, do bem respeitar, mudando-se a si mesmos, trazendo o paraíso em tua alma, permitindo que este se materialize no mundo através das tuas palavras e ações, e que no viver o Cristo, leve a Boa Nova onde fores, sem julgar, sem lançar pedras, sem condenar, sem impor, sem exigir, sem forçar, pois é assim, no amor e no respeito que a árvore dá bons frutos e até como num milagre o joio se torna trigo, e todos se salvam. Ninguém vem ao mundo para se perder, e até mesmo aquele ou aquela que parecem ter se perdido, na verdade, estão no caminho para se encontrarem e melhor ainda, no retorno à casa do Pai, para o encontro com Aquele, que jamais desiste de nós, suas queridas e amadas ovelhas/ filhos e filhas. Ano novo, realizações e mudanças não se fazem com escritos, com tratados, com leis, se fazem com amor, com a prática deste amor, e com ações permeadas neste mesmo amor...     Não o amor muitas vezes passionais dos humanos, amor este que muitas vezes dizem ser o amor de Deus, mas o amor, o verdadeiro amor que como o fogo, queima e destrói todos os preconceitos, toda violência, guerras, morte, toda má querência, toda essência do desamor, que nada mais são do que frutos de corações que não sabem amar, que não sabem amor, que somente espalham dor, mas os perdoe, não os culpe, se assim o são ainda, foi por falta de amor, na maioria das vezes o amor próprio, que se institui por medo e culpa, ansiedades e provocações de trevas que se instalam pouco a pouco com a própria permissão, quando se afastam do Verdadeiro amor. "Tenho dito, este mundo não é o meu mundo. Não é para este mundo que os fiz, este mundo é um mundo de alienações, de provas, de expiações, ilusões que põem muitos a se perderem do Caminho, Verdade e Vida, que lhes mostrei com o meu próprio caminhar. Lembrem-se EU VENCI O MUNDO, não espere aí, de braços abertos um milagre do céu, eu respeito teu livre arbítrio, Sou Justo, e em Mim não há injustiça, como poderia Eu, beneficiar a alguns em demérito a outros? Não passaria de um charlatão! Eu lhes ensinei o caminho, o qual somente se faz ao caminhar. Lhes privei da cruz do pecado, da cruz de madeira, do peso da culpa, através do perdão, mas as consequências de cada escolha, de cada ação, compete a cada um, pois foi-lhes dito, enquanto deveres sequer um fio de cabelo, desta terra não saireis limpo, e não alcançareis os meus braços... 
    Não delongue demais o nosso encontro, tenho saudade de tê-los sob meus olhos e aninhados em meu coração."

Feliz Ano Novo, Feliz Vida Nova
By Adalmir Oliveira Campos​

domingo, 20 de dezembro de 2015

Olho por olho e dente por dente, seria a solução?


    Justifica combater o mal com o mal? Compensa a continuidade do olho por olho e dente por dente? Já não tivemos exemplos suficientes de que maldade somente gera maldade? Onde está o amor e o respeito nos corações humanos? 
    Um jovem teve roubado o seu celular e sua carteira e saiu feito louco no encalço dos "criminosos" dos "vagabundos", jogou os dois no chão e partiu com violência para cima de um deles, enquanto o outro fugiu do local com os objetos roubados. A polícia foi chamada e um dos "criminosos" preso, e depois de uma busca, encontram o outro meliante, já sem a carteira e o celular, sendo o mesmo preso também. A polícia de mãos vazias simplesmente afirma que não há nada a fazer, registram o fato, os pais dos dois jovens buscam os mesmos, e fica o dito pelo não dito. E os policiais ainda incitam a vítima ao crime, dizendo que os dois meliantes são velhos conhecidos da polícia, e que mereciam uma surra.
    O jovem transtornado por perder seu dinheiro do mês, e seu novo celular, comenta o episódio com os amigos, cheio de ação, como se fosse um filme policial, e afirma, que devia era ter matado aqueles meliantes.
    Resta a pergunta, quem é o errado na história? Os assaltantes? A vítima? Ou ambos e os policiais?
    Tanto os que nunca tiveram esta experiência, quanto os que já a tiveram, reagem cada um de um modo diferente, de acordo com a sua percepção de mundo, compreensão de si e compreensão do outro. Ir em defesa é um direito de todos, mas matar, é ir contra um dos maiores mandamentos já ditados sobre a face da terra. Nada justifica as carnificinas que vemos desde a antiguidade até os dias atuais. Alguns afirmam ser em nome de Deus, mas que Deus seria este, capaz de incitar a violência e a criminalidade, bem como dar o direito a alguém de tirar a vida dos que, Ele próprio diz ter como filhos? Antes de buscarmos os "certos" e os "errados" da história, devemos entender que, Deus, não nos fez "alguns" melhores e "outros" piores, "alguns" abençoados e "outros" amaldiçoados, "alguns" infortunados e "outros" afortunados. Ele é justo, e sua justiça não se guia pela justiça dos homens, que se cegam na materialidade e nos vícios que demonstram a sua "inferioridade" moral, espiritual e intelectual, nos planos espiritual e físico.
    Deus dá a todos, "oportunidades" iguais, cuja vitória, é alcançarem a "brancura" necessária que os classifique como espíritos puros, os quais são dignos de adentrarem os reinos dos céus. É obvio que nos planos espiritual e material, não existem vítimas, e sim, espíritos encarnados ou desencarnados que não souberam aproveitar bem as suas oportunidades, se enveredando nos vícios do "mundo" o qual em ilusões, desnorteiam a ambos dos objetivos a que se propuseram, reforçando estes, assim, os vícios, ao invés de subtraí-los de suas vidas.
    O tempo é dado a todos, este tempo, dom maior de Deus, que se bem aproveitado, no entendimento, práticas e vivências do bem e do amor nos levam a alcançarmos as Alturas que tanto anseia o espírito.
    Não somos adversários em um eterna competição, somos irmãos, os quais deveriam de mãos dadas seguirem um mesma direção, já que cedo ou tarde, é objetivo de todos alcançar a vitória, visto que Ele próprio afirmou que nenhuma, friso, nenhuma  ovelha se quer será perdida. O tempo de desvios, também são tempo de aprendizagens, estamos em um mundo onde existem provas e expiações, e a felicidade ainda não é plena, pois é destinada a "povos" e 'mundos" mais evoluídos, embora, possam ser sentidas neste mundo em breves lampejos, como uma promessa de que um dia assim o será continuamente.
    Voltando ao assunto principal, como ouvi em uma palestra, até o relógio "quebrado" está certo ao menos duas horas e minutos por dia. Não nos cabe acharmos os culpados e separá-los dos inocentes, o que Deus nos pede, é que os que alcançaram a graça de um entendimento mais puro e lapidado, e que se encontram em um estágio "superior" de evolução, se coloquem como guias e orientadores dos que adormeceram na ignorância e buscam a "evolução" seja espiritual ou seja material, sem esforços, sem luta, sem trabalho. Na verdade, Deus toca os corações através do mestre Jesus, mas a mudança, somente ocorre no coração que se coloca pronto a ouvir, a aceitar e a buscar as verdadeiras mudanças e  tesouros agradáveis a Deus, e capazes de os tornar luz.
    Que a lei maior, o amor, seja a lei a guiar os corações de todos nós. Aliás, nesta caminhada de verdadeira evolução do ser, um dia, estaremos todos na mesma posição no pódio, ou seja, a de número um (1 ° primeiro lugar), nos braços do Pai, a auxiliá-lo em sua criação, que é sempre crescente rumo ao infinito. Que apliquemos a máxima de Cristo, o amor, e que o Maior, seja o menor, ao se colocar a serviço dos mais necessitados seja de pão material, de uma palavra amiga, de uma ajuda financeira, e assim por diante. Que o maior, esteja sempre em defesa do menor, e que se as posições um dia se inverterem, que o perdão fale mais alto, e o círculo não se quebre.

By Adalmir Oliveira Campos

Está pronta a decoração de Natal!


    As pessoas correm o ano todo em busca da felicidade. Trabalham mais que formigas, consomem mais que lagartas e fazem disto um ciclo vicioso numa busca sem fim, feito Peter Pan na terra do nunca. Perdem o tempo, perdem a vida e nos finais de ano, buscam a felicidade camuflada em presentes e comilanças as mais diversas, e se esquecem que o verdadeiro Natal deveria ocorrer todas as manhãs na busca de fazer nascer no coração, mente e ações, o Cristo, a Boa Nova, a Semente Fértil, a Felicidade que não se compra, a qual vem naturalmente num viver simples, fraternal, onde a única exigência é se colocar a serviço, pois o viver e o mundo que desejamos se faz todos os dias e depende em muito de cada um de nós. 
    Não foi à toa que Deus nos colocou como co-autores de sua criação. A nossa árvore de Natal está pronta, mas antes, foi plantada no coração, assim como o Pai, o Cristo e a tal Felicidade... Basta acessar e bem usufruir, no bem viver, no bem amar, no bem servir. 
    Não seja bom ou ajude ao próximo por medo de ganhar o inferno, o faça por ter a certeza que é aí que mora a felicidade, o céu vem de brinde na pedra bruta que somos, a qual o "servir" lapida, faz brilhar e surge na alma, mente e coração da gente, e o que é melhor, exterioriza-se e se revela ao mundo e faz deste, pequenos pedaços de céu, assim como são os pequenos pedaços de felicidade, que um dia serão plenos e constantes... 

By Adalmir Oliveira Campos


Evolução e liberdade, ou inversão de valores?


    Acredito que o mundo mudou muito. Não sou destes pessimistas extremistas que rondam por aí. Sou leigo em muitos assuntos, não me envergonho de dizer isso. Melhor a realidade do que sou, do que sustentar uma mentira do que não sou. Mas temo um pouco o futuro quando vejo os rumos que a educação do ser humano tem tomado. A cada dia, as crianças chegam às escolas totalmente sem limites e sem a tão essencial "educação de berço", o que vai se prolongando à medida que crescem, infelizmente sendo barrados somente quando infligem as leis que buscam regular a paz tão sonhada no mundo. Evolução se tornou saber "fuçar" tecnologias da alienação, do emburrecimento e embrutecimento do homem, que tem trocado o seu cérebro por programas os mais diversos, ficando nestes toda a sua inteligência, dedicação e labor. Educação virou item de museu, e liberdade virou a mais pura libertinagem até no que se refere a tal da liberdade de expressão, onde palavras de mais baixo calão se tornaram vocabulário de luxo, e sensualidade virou poses e muitas vezes o próprio sexo, se não explícito, rumo a este, onde os padrões da "normalidade" negam a infância às crianças que deixam fluir naturalmente em suas brincadeiras danças e letras de músicas do tipo que me deixam rubro e envergonhado, deslocado, como que tivesse adormecido e acordado em um mundo totalmente diferente. E dizem que a escola, na pessoa do professor, está ultrapassada por muitas vezes não se adequar a esta realidade, por não incutir em seus currículos tamanha "aberração". É uma liberdade de um lado, mas de outro, as regras não mudam. Os ricos ficam mais ricos, e os "pobres", que se tornam a cada dia mais ignorantes, ficam a mercê destes "ricos" sendo usados como escravos a sustentarem seus caprichos e ostentações. Mas na verdade, o mundo lá fora, não mudou. As pessoas precisam de encarar filas, precisam trabalhar para tirar o seu sustento, precisam encarar seus patrões, muitas vezes mal humorados, presunçosos, prepotentes, e se cometem crimes, são punidos com rigor.     E dizem que a educação está ultrapassada. Mas a quem queremos enganar? A nós mesmos, e as nossas adoráveis e inocentes crianças, que me perdoem, já não tem sido tão inocentes assim. Se exigem limites no mundo exterior ao mundo da escola, além dos muros, por que não tê-los exigidos dentro da própria escola? Não é para este mundo que os temos preparado? Como meus pais diziam, "o mundo é uma escola". Mas por que já não permitir a verdadeira educação no lar e na escola, evitando assim a derrocada humana diante de tantos sofrimentos? Há o lado da libertinagem, a liberdade de expressão, a sexualidade disfarçada de sensualidade, os quais remetem à uma liberdade, que na verdade não existe de fato. A escola e a família não podem ser fábulas para crianças se divertirem. Infância é essencial, mas aproveitar o tempo que temos nesta terra para sermos melhores na construção de um céu em nosso interior, em nossas ações e ao nosso redor é fundamental. Ao menos assim, as nossas, "ainda" crianças, saberão como se defender de um mundo, que na verdade quer, é devorá-los vivos, ou meio vivos, pois buscam transformá-los em verdadeiros zumbis, a agirem contra a escola e contra a família, verdadeiros salva e guarda vidas, que passam a ser as vítimas, que fragilizadas até pelas leis maiores que regem um país, passam a ser réus condenados à execução sem ao menos um julgamento justo. A família e a escola devem preparar é para o mundo que está lá fora, e não para o mundo que fantasiam, e que está longe de existir, e apenas se torna próximo no mergulho de jovens num mundo que se deixa a cada dia mais se governar pela corrupção, pelas drogas e os que mandam nos "pedaços. 
    Hoje as leis defendem as crianças, adolescentes e jovens, mas me perdoem a sinceridade, quando é que vão inventar as leis para protegerem pais, avós, professores, e outros, muitas vezes surrados, chantageados, amarrados e amordaçados por seres que se perderam, que sem limites e desorientados não governam a si mesmos, mas cheios de direitos se acham donos do mundo, nos quais são os senhores? Valha-me Deus, queria eu, que a justiça tirasse a venda dos olhos antes que seja tarde demais.

By Adalmir Oliveira Campos​

Seria falta de tempo?


    É fácil reclamar, colocar dificuldade e ainda culpar o tempo e o sistema, quando se trata em buscar viver o bem, e dispensar algumas horas aos mais necessitados, ou mesmo uma ajuda ao próximo (este próximo bem próximo como a família também). As pessoas são mestres em esvaziar o tempo, preenchendo-o com o vento da inutilidade, ocupações vazias que nada acrescentam à alma. Tempo sempre temos, só não o temos mais que as desculpas. Basta-nos a empatia, a compaixão, e horas que seriam despendidas em bate papos na internet, nos bares das cidades, em jogos de matar o tempo, virariam tempo suficiente para suprir a falta de humanidade no mundo, na promoção de verdadeiros céus nas almas, ações e no entorno das pessoas. O bem que se faz ao outro, é o bem maior que se faz a si mesmo, pois cabe ao mais forte amar e servir, sendo pequeno e ao mesmo tempo grande nesta lei que somente vibra no respeito e amor. 

By Adalmir Oliveira Campos​

terça-feira, 29 de setembro de 2015

E matam mais um jovem em Patrocínio-MG


    E matam mais um jovem a tiros e Patrocínio-MG. Algo que causaria certa tristeza a alguns, anos atrás, (ainda acredito que cause em alguns nos dias atuais), hoje em dia é comentada nas redes sociais como um evento "normal", o que demonstra a banalidade à vida do ser humano, assim como tem sido considerada a vida de um modo geral. As fotos possuem a cor vermelho vivo do sangue que escorre pelo corpo do falecido, bem como em seu entorno, e as cenas se repetem, e "parece" alegrar os olhos dos curiosos que vasculham como carniceiros as notícias ruins dos sites sensacionalistas. "Normal, deve ser apenas um drogadinho", "Não tenho dó, se morreu assim, é porque não estava fazendo coisa boa", "Menos um no mundo do crime e das drogas", "É bom mesmo, faz um limpa nessa cidade", e por aí vai afora os extensos comentários, que se esquecem que o defunto tem família, que o defunto teve uma vida, uma história, e que por um motivo ou outro, às vezes ignorado, o foi levar à este momento, ao meu ver tão trágico, o que  leva a questionar, onde foi parar a sensibilidade do ser humano, ou mesmo a sua humanidade e compaixão? Há com certeza uma mãe, uma avó, um pai, um avô, um irmão, uma irmã que chora, que ama, que se contorce em tristeza, e muitos apenas sorriem... "Nossa, a foto até que ficou bonitinha", me disse uma jovem ao comentar o fato, e ao querer me mostrar a foto, e me ouvir dizer que me sensibilizo muito com cenas fortes e que me recusaria a ver por que saberia que não me faria bem ver um ser humano nestas condições. 
    Não seria o momento de questionarmos o que tem levado os nossos jovens à criminalidade, às drogas e à tantas outras escolhas negativas? Não seria a hora de enquanto pais, mães, sociedade organizada questionarmos as políticas públicas, educacionais, e a família em relação ao que vem ocorrendo? Ou é mais fácil, julgar e condenar os que "fogem à linha", aos padrões, por ser mais fácil julgar e condenar, do que nos mudarmos e assim, juntos mudarmos estas situações e fatos a cada dia mais corriqueiros? Seria a justiça com as próprias mãos a melhor alternativa? As moças com quem conversei a respeito disseram-me que os "meliantes", nem se deram ao luxo de taparem seus rostos, e saíram atirando, se mostrando com os vidros do carro abertos, e quem sabe, ouviam, alguma música da moda com o som no último volume. Eu, inocente ainda disse à elas: __ Que bom então, ao menos vai ser possível identificar os suspeitos e apurar o crime. E obtive a seguinte resposta: __ Mas quem vai falar? Quem vai ligar para a polícia e denunciar? Eles sempre descobrem e acabam matando o "delator". Não acredito nesse trem de "denúncia anônima". Hoje em dia, polícia e ladrão estão todos trabalhando em conjunto em prol de determinado grupo ou facção. Pensativo, ainda tive "forças" para sussurrar, com medo da resposta: __ E se fosse o seu irmão ou irmã, ou seu pai, ou sua mãe? Você não denunciaria? A RESPOSTA QUE TIVE FOI, UM TCHAU, TEMOS QUE IR ALI, DEPOIS A GENTE CONVERSA! 

By Adalmir Oliveira Campos
Ateliê Maria Campos.

Educar, um ato de amor! Coisa de pai, mãe e família.


    Hoje em dia, pensam, ou pensam que pensam, os pais e mães, que seus filhos nascem sabendo de tudo, que o conhecimento, a boa educação, o respeito, o amor, a ética, o bom senso vem de "fábrica", no DNA de cada um de seus filhos. Não os culpo, pois boa parte de assim, agirem e pensar, é que já se sentem culpados por demais, diante de tantos tropeços e avessos, disse me disse, disse não me disse, a que são que expostos neste mundo globalizado e capitalista, onde a artificialidade, superficialidade e fragilidade das relações se encontram surradas e a mendigar por socorro, sabe-se lá de onde, do Estado? Da Educação? Das drogas? Da religião? (etc...).

E assim, não dosam o sim e o não, e mais dizem sim, do que não, tirando a autoridade uns dos outros, e realizando todas as querenças deste pequeno ser que mais "manda" que "obedece". Não orientam o que julgam mais adequado ou inadequado, e assim, de um modo "construtivista", criativo, buscando não "criar" bloqueios e traumas, se abrem à permissividade exagerada, e soltam suas crias, oportunizando às mesmas a fazerem escolhas, antes mesmo destes saberem definir o que é que significa a palavra escolha, e muito menos ainda, a identificar e diferenciar uma boa, de uma má escolha.

Ninguém é "um disco virgem, ou uma folha em branco" é claro que existe sim, uma carga genética, uma história, e a evolução segue adiante, e que hoje, as crianças captam informações de um modo muito mais rápido e dinâmico do que a poucos anos atrás. Agora, resta a saber, elas tem sabido administrar bem estes conhecimentos e informações? Aprender algo, implica em se modificar a partir do que aprendeu, a trocar maus hábitos por hábitos mais saudáveis, escolhas negativas por escolhas positivas, e assim por diante, caso contrário, diz os estudiosos do assunto, não houve aprendizagem.

Não é assim, a qualquer modo, ou grosseiramente que se adquire conhecimentos, que se processa a aprendizagem. Não é deixando as crianças "soltas" e sozinhas, sem uma mediação, sem uma orientação, a fazerem o que quiserem, à hora que bem entenderem. "Uma turma de bebês ao acaso, só alcançariam a morte". Somos seres interdependentes,  o que significa, que de certo modo, necessitamos uns aos outros para evoluirmos positivamente e significativamente. A internet ou ainda uma biblioteca repleta de livros por si só não é capaz de promover a educação, muito menos um bando de crianças sozinhas. Seria muita burrice e ignorância desperdiçarmos milênios de história, para começarmos do zero outra vez. Já se conhece os caminhos negativos e nocivos à saúde, à vida e à educação, e em boa parte, sabe-se os caminhos positivos... Cabe-nos enquanto pais e educadores, sabermos como mediar, para que nossas crianças, jovens, (etc.) possam assimilar estes conhecimentos, tornando-se capazes de formular suas idéias e opiniões a respeito e assim, buscarem tirar as melhores conclusões e a obterem melhores respostas para seus conflitos internos e externos, individuais e coletivos.

O lar e a escola, é que preparam para um bem viver pleno e feliz.
Para tanto, torna-se necessário que a família eduque, e dê créditos à educação, ensinando desde pequenos a terem o respeito aos educadores e demais autoridades instituídas e a serem agentes sim, de sua aprendizagem, sendo críticos e capazes de transformarem realidades positivamente, mas sempre no respeito e amor, a si e ao outro. 

À medida que professores estejam motivados e intencionados a bem ensinar, e os alunos estejam motivados e bem intencionados a aprenderem, com certeza a escola passa a funcionar adequadamente, e a educação flui, na dupla participação, sem maiores desgastes para ambas as partes, onde quem ganha são toda a sociedade organizada. 

Pais inteligentes ensinam a seus filhos o amor pelos livros, os sonhos de que a escola pode trazer um futuro melhor a todos, que a pessoa do professor e da professora são figuras que merecem o respeito, assim como qualquer outra autoridade instituída, seja um policial, um juiz, um presidente... É preciso ensinar que o "Dr. da educação é o professor, e que ele merece o respeito, e que na ausência dos pais, na escola, é a eles que se deve a "obediência"  e o respeito, pois são eles os responsáveis legais neste determinado momento.

É necessário despertar a consciência de que quando se leva a educação na brincadeira, na preguiça, na má vontade, na impontualidade, na ausência, na irresponsabilidade, quem sai perdendo, é a própria pessoa, a família e a sociedade de um modo geral. O professor mal ou bem, vai ganhar o seu salário, e quem paga este salário? O governo? E o governo, quem paga? Nós, cidadãos e contribuintes, através de altos impostos. Cada gasto ou despendimento de verbas e dinheiro  a mais, pesará sempre no bolso de quem paga os impostos, ou seja, os pais destes alunos e alunas, que imaginando que a escola pública é gratuita, não dão o devido valor, e assim como a qualquer outro bem público, buscam depredar, na ignorância de que, a moeda final sai do bolso de cada um.

A pontualidade, a assiduidade, o respeito, o compromisso, a atitude positiva diante da vida e dos desafios, a fé, o espírito de luta, de garra, o amor, (etc.) são algo que se aprende, mas a maior verdade é que é algo que se aprende quando se é ensinado, e mais ainda, quando se é despertado em querer aprender, partindo assim da prontidão e busca passo a passo de um metamorfosear-se para um despertar do humano que se sonha e do humano que se espera, e a partir daí, a construção de um mundo onde "caiba" este humano.

Educar é coisa de pais e família, é como trabalhar a terra bruta. À escola, cabe "polir" esta educação, semeando saberes, regando conhecimentos, e oportunizar condições favoráveis para que a metamorfose aconteça e os frutos saudáveis surjam.

By Adalmir Oliveira Campos 
Ateliê Maria Campos

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Pensando a educação familiar, privada e pública


É preciso pensarmos no tipo de educação que nós, enquanto Família, Estado e Educação/ Escola, estamos proporcionando aos nossos filhos, e demais "alunados", sejam eles crianças, adolescentes, jovens ou adultos. É curioso, pois fala-se tanto em evolução, em tecnologias, em globalização, e em etcetarização, e na prática, o que se vê em nossas crianças, jovens e adultos, não reflete esta "evolução toda".

Evoluir, capitalmente (capitalismente) falando, tem sido uma busca incessante por investimentos numa educação "mecânica", que visa somente a produção de mão de obra (barata), e poder de venda e compra, compra e venda, que sustente uma filosofia do vir a ser, através do ter, do status, do poder, em um círculo vicioso onde o que realmente importa, é produzir, ganhar, lucrar e gastar, e lucrar, e assim sucessivamente, o que tem gerado um esvaziamento do sentido real do humano, de seu real significado, de seus propósitos, do seu agir no mundo na busca de um melhor viver, que jamais poderá se sustentar sem o vir a ser, no desabrochar do humano que há dentro de cada ser embrutecido e animalizado por estes mesmos sistemas esgotantes que buscam apenas sustentar e manter este "Status Quo", fazendo prevalecer os ganhos às minorias, e as perdas à maioria.

Que educação é está que recebem desde pequenos no lar, na escola, em sociedade, que nem ao menos ensina como andar nas ruas, como se portar educadamente em público, como cuidar e zelar pelo que é de comum e coletivo, bem como aos bens públicos? Que educação é está, que não ensina o respeito aos mestres, às autoridades instituídas, à valorização do conhecimento, da escola, do viver comunitário, e sentidos humanitários? Que educação é está que já não ensina o respeito aos mais "velhos", às coisas simples da vida, como o simples ato de cultivar o respeito e as amizades, a busca do polimento do caráter, o zelo pelo bom nome, pela honradez, pela prática da verdade, da confiança e respeito ao que pertence ao outro? Que educação é esta (...)?.

Como confiar na educação de uma família que confia a educação de seus filhos somente à escola, e na educação de uma escola, onde os próprios diretores, professores, governantes, líderes religiosos não confiam o cuidado a seus próprios filhos, ficando estes ao legado das escolas particulares?

É preciso pensar.
Que educação é essa, a real e não ideal, que pintam como ideal, mas não é real? Tem maior mérito em uma educação de qualidade o filho de um senador, o filho de um juiz, o filho de um delegado, ao ponto de criarem escolas para estes, particulares, ditas "superiores", e as públicas para os demais, ditas inferiores, buscando assim, manter este sistema de "castas", tão injusto e obsoleto?

Ou a educação pública serve a todos, ou ela não serve a ninguém. Cabe a reflexão, seriam realmente superiores a educação privada em se comparando à pública? Ou não seria, a mesma "cousa" em roupagens diferentes, só que, a primeira com um suporte maior daquele que paga, a cobrar da escola, e do próprio aluno, o resultado que corresponda ao dinheiro investido? A se pensar por este lado, seria a escola pública realmente gratuita? Não estariam os pais falhando em não cobrar por resultados, e a valorização da escola e professores, dando crédito à estes, no que podem fazer por uma educação, mesmo em massa, que contemple um futuro mais promissor e feliz, que vá além das esferas do trabalho e empregabilidade, como se este fosse o único fim da educação? Não estariam os pais e o Estado, deseducando, e levando ao desaprendizado do que propõe a escola, na educação que visa o viver a vida plenamente, dia a dia, e inclusive para o trabalho e não somente para o trabalho?

São tantas indagações.
A resposta, não é a busca de culpados, e sim a busca de quem se propõe à uma busca incessante para a qualidade do ser, a qual, não se faz sem a qualidade da educação.

Na escola particular, os pais compram os materiais, o que inclui os livros, e cobra de seus filhos, que estes busquem ler, estudar e sempre levar os livros de acordo com os horários a que correspondem.

Na escola pública, os livros são "gratuitos", os alunos os recebem no início do ano, e dos pais os demais materiais, mas não generalizando, embora seja uma maioria hoje em dia, os pais nem sabem o que seus filhos fazem com estes materiais e livros, se os perdem, se os levam para a escola nos respectivos horários, se os encapam, se cuidam dos mesmos, se os conteúdos são realmente capazes de promover uma verdadeira aprendizagem, e por aí afora.

Na escola particular, os pais acompanham a frequência de seus filhos, os levam à escola, os buscam, cobram a disciplina necessária, a pontualidade e assiduidade. 
(e assim, a escola, busca também fazer o mesmo).

Já na escola pública, os alunos quando pequenos, vão à escola por que os pais levam, alguns, com a desculpa de que são obrigados, muitos não demonstram aos próprios filhos, que a escola, é, ou deveria ser um espaço de aprendizagens, trocas de experiências, e de oportunidades de dias melhores, muitos alunos não se preocupam com a assiduidade, muito menos com a pontualidade, e muitas vezes, a escola colabora com estes descasos, por imposições sociais, que afirmam que, "antes chegarem atrasados na escola e entrar, do que ficarem soltos por aí, procurando o que fazer".

Na escola particular, se os alunos são indisciplinados, os pais são chamados, e a conversa é outra, ambos, escola e família "exigem" mudanças, se praticam vandalismos, e quebram ou estragam móveis e ou outros da escola, são convidados a ressarcirem os danos.

Já na escola pública, um total descaso, muitos alunos usam e abusam da "autoridade" que lhes foi conferida, rabiscam mesas, picham paredes, saem das salas a cada batida de sinal, usam drogas nos banheiros, rasgam os cartazes da escola, quebram câmeras, computadores, "depredam" o bem público, e surpreendidos, dizem que fazem bagunça na escolas e sujam salas de aula, e etc., para darem emprego às "empregadas" do estado, quando não soltam um "é público mesmo!". E a "lei" diz que não se pode cobrar taxas, ou estes prejuízos, pois a educação deve ser gratuita. O que dá créditos para que alunos percam livros e exijam outros novos a cada dia, quebrem cadeiras, pichem e desenhem com corretivos, ao ponto que nem convidados a corrigirem o "erro", não podem, pois "são expostos à humilhação". Já os profissionais, podem ser postos à estas humilhações?

São inúmeros os "fatos" que fazem o diferencial entre escola pública e escola privada, que se fôssemos enumerar, escreveríamos livros e mais livros a respeito. Só nos resta pensarmos, por que não "abolirmos" as escolas privadas, na promoção de uma escola pública de qualidade, que realmente dê as mesmas oportunidade para todos, sejam pobres ou ricos, negros e brancos, filhos de reis ou filhos de plebeus (etc.).

Resta afirmar, quando assim o for, verse-á que a política e a educação estarão realmente seguindo os caminhos, digamos assim, resumidamente, mais acertados.

By Adalmir Oliveira Campos​
adalmir-campos.blogspot.com.br

Pai rico, filhos e coisa pública. (para refletir)

(foto ilustrativa retirada da internet)

Todos os dias ao ir para o trabalho, me deparo com um pai e suas filhas no ponto de ônibus à beira da rodovia esperando o transporte público, o qual, passa de ponto em ponto, de fazenda em fazenda para buscar e levar à escola mais próxima, esta filha, e demais crianças e adolescentes.

Uma escola simples, de zona rural, municipal.

É notório que este pai, o qual coloquei em destaque, é possuidor de grandes posses, pois assim, é conhecido na região. Não sei eu, quais os seus propósitos, o que se passa em seu pensar e no pensar de sua esposa em relação à educação de suas filhas.

Hoje, debaixo de um chuva torrencial, não pude deixar de perceber, lá estava ele e suas filhas, numa bela e esplendida camionete da moda, a esperarem pelo ônibus público, para irem à escola pública. 

Como não ser forçado a pensar diante de tal situação?

Por que este pai não leva e busca as filhas todos os dias, o que, fazem muitos figurões lá da cidade? Em comparação em distancia, equivaleria a poucas quadras em linha reta. E por que não as colocou em uma escola particular? Condições, é sabido, ele tem de sobra. Seria avareza? Seria economizar o máximo que pode, para permanecer mais rico a cada dia? Teria ele vivido uma infância difícil, e assim, tem se colocado como exemplo, a mostrar às filhas que quando há esforço e luta, mesmo em meio a transportes públicos de má qualidade, mesmo em escolas públicas, com profissionais tão criticados, se pode vencer na vida, levando-as a darem real valor ao que conseguiu adquirir com tamanho "sacrifício"? Acreditaria ele realmente nesta educação rural dada à suas filhas? Faria esta mesma escola, esforços para atender esta demanda e ideologias?

É difícil saber o que se passa na cabeça deste homem, de sua esposa, de suas filhas. Mas como pai, acredito que sonha o melhor para suas filhas, e que não há egoísmo ou avareza em seus atos, e sim um doce modo de dizer às suas filhas que, não é o que temos que nos torna melhores do que os outros, e nem é está a intenção, é o que somos, o que fazemos, como agimos, que nos iguala enquanto seres humanos, e na convivência, é nas coisas simples da vida, é na inocência e simplicidade que alcançamos a verdadeira felicidade, a qual, é superficial, quando forjada sobre aqueles que não tiveram melhores oportunidades na vida.

O vergonhoso, acredito, pense o pai, e com tal exemplo ensina as filhas: "Não é andar em um ônibus público, ou estudar em uma escola de zona rural e ainda por cima pública também, e sim, desmerecer aos outros, e na arrogância maltratar, mal dizer, mal querer, mal caráter, desamor, por aqueles que só são diferentes por que algum sem noção e sem respeito, conseguiu a triste façanha de qualificar e classificar pessoas por classes, de acordo com bens e posses, sem pesar o humano, o divino, o bom caráter, a polidez, a respeitabilidade e a honradez, que moeda alguma é capaz de fazer acarretar à uma pessoa, o que só é possível com coerência entre fala e ação de cada ser.

By Adalmir Oliveira Campos​
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Na primeira pessoa do plural - NÓS


Já me perguntaram por que escrevo muito na primeira pessoa do plural, usando sempre um nós, um a gente... É um costume que tenho desde garoto, é um modo de dizer que sozinho não sou nada, e que mesmo tendo minha identidade e modo de viver, também sou povo, também sou errante, também estou em busca de me tornar uma pessoa melhor.

Não tem como subir num palanque e soltar o gó gó com falsos moralismos, e não se incluir na mudança. Não sou exemplo, não sou modelo, mas o nosso modelo é Cristo.

Não é fácil seguir Este Caminho, ele é estreito e cheio de "delicadezas", as quais exigem um orar e vigiar constantes, e nós, se assim me permitem expressar, nos ajudando mutuamente temos muito mais chances de virmos a sermos vencedores. Penso que em um jogo onde um somente ganha, as coisas devem ser bem monótonas, o bom mesmo, é quando todos saem ganhando e saem satisfeito. O jogo tem que ser prazeroso e assim o deve ser também o viver e a vida.

No egoísmo, no mundo da competição pelo poder, o que muitas vezes chega a ser via modos "a qualquer custo", se isolar do mundo, adquirir riquezas, amar a quem apenas retribui amor, adquirir bens, mergulhar em jogos caros, onde o mundo gira ao entorno é muito fácil... Não exige paciência, não exige espera, não exige respeito, não exige partilha, não exige doação, não exige sinceridade, não exige sorrisos sinceros e cara limpa, não exige um bom caráter, não exige honradez, não exige o cativar, pois é um caminho de facilidades, onde as coisas fluem ao entorno do poder, este poder terreno, no qual muitos se perdem, pensando terem se encontrado e assim, abortam o plano de vinda do espírito ao mundo.

Não que riquezas, dinheiro e poder sejam motivos de perdição.
Deus nos quer prosperando e felizes, mas não a qualquer custo, na sacrificação da vida nesta busca incessante do vir a ter e do nunca estar satisfeito, o que mantém este círculo vicioso.

Este Caminho chamado Jesus, é estreito por que nos leva a pagarmos nossas dívidas espirituais e carnais na busca diária, na opção de melhores escolhas de vida, na prática do amor e do respeito. Tem gente que deve pensar, "mas é tão fácil amar e respeitar os outros"... Mas se pararem para analisar, assim como eu também, veremos que deixamos muito a desejar, o que não deve ser motivo para se culpar, para se prender nas armadilhas da ansiedade, culpa e medo, que assolam a humanidade.

O importante, é se por a caminho, dia a dia aprendendo a amar também o que não é de sangue, o diferente, o distante, se policiando sempre, mas sem deixar de sorrir e viver. Deus não nos quer robôs enfileirados a agir mecanicamente, Ele nos quer, e sabe esperar, que por amor a se e ao outro, e a Ele, nos coloquemos a serviço e assim como Jesus deu exemplos, possamos nos colocar a viver.

Viver o outro, sentir o outro, e assim, percebendo Deus no outro e percebendo-se no outro, se desarmar do egoísmo, se desarmar das ambições exageradas que muitas vezes a nada levam a não ser às ditas conquistas materiais, a se desarmar dos preconceitos, do racismo, da intolerância, de julgamentos infundados, da falsa moral, da falsa felicidade, de tudo aquilo que é contrário ao amor, de onde brotam o respeito e mais e mais amor.

A mudança começa no individual, mas é no coletivo que ganha força e provoca as reais mudanças que todos nós precisamos e almejamos, mas que sempre, seja feita a vontade de Deus, a qual, acredito não se baseia em contrários deste mesmo respeito e amor, pois se aprendemos deste respeito e amor, é porque, Ele, nos Amou e nos Respeitou primeiro.

By Adalmir Oliveira Campos​ 
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

A moeda dos homens e a moeda de Deus


    Desde o início dos tempos modernos e com o advento da globalização, percebe-se em crônicas, comentários, noticiários, dentre tantos outros meios de comunicação em massa, o crescente descaso humano com as questões éticas e de verdadeira moral considerados universais, os quais vem sendo banalizados como se nada valessem, e segue-se nesta mesma temática a banalização do ser humano, o desrespeito pelo coletivo, bem como (des) cuidado e (des) zelo pelos "bens públicos" adquiridos com recursos de impostos e muitas vezes com "sangue" de lutas de nossos antepassados, sem falar na crescente "onda" de evoluir materialmente a qualquer custo, nem que para isso trapassei amigos, família, o sistema e ao próprio "Deus". O que nos leva à reflexão, remontando-nos a mais de dois mil anos, quando um grande homem, considerado por alguns o Filho de Deus e para outros, um Mestre, um Profeta, um Iluminado, (...) em um pequeno trecho bíblico quando Jesus é questionado sobre a questão dos impostos e do dízimo. o Mesmo responde, "Dai a Cézar o que é de Cézar e a Deus o que é de Deus", fala esta muito usada para dar ênfase ao dízimo, mas pouco utilizada para orientar que, devemos pagar pelos impostos, e a usar os benefícios públicos quando realmente necessitarmos deles, conforme suas regras, o que nem sempre acontece. Caso contrário, tiramos o direito de quem realmente necessita, bem como o respeito aos poderes instituídos, exigindo aos mesmos que honrem e busquem por merecer e sustentar este respeito. O que não quer dizer que não devamos cobrar por uma melhor administração do dinheiro público, se há corrupção, é dever nosso buscarmos e clamarmos por justiça incansavelmente. Bom lembrar, eles são nossos representantes, o poder é o povo e do povo, e não de quem o governa, infelizmente costumamos crer no contrário. Já a moeda de Deus, é o bem, o respeito e o amor. Tomemos cuidado, a corrupção muitas vezes começa em nossos lares. O caminho estreito nos chama a nos policiamos sempre, não é porque o outro está fazendo errado, que temos o direito de fazê-lo, a não ser que aceitemos as mesmas consequências sem reclamar. Acredite, elas, as consequências vêm.
    Hoje mesmo, ao iniciar a leitura do livro "A Carícia Essencial", de Roberto Shinyashiki, na introdução feita por J. A. Gairsa, o mesmo relata uma grande verdade, a qual repito aqui (...) "sinto muito, mas as verdades banais de todos os tempos são verdadeiras - e seria bom se a gente tentasse FAZER o que elas sugerem" (...), fala esta que conclui alertando para que o façamos de modo atual e consciente, livre de preconceitos, falsas morais e falsos moralismos, e tantas outras "amarras"que nos impedem de vivermos quem realmente somos, viver este, que nos tornam grandes, de modo a nos libertarmos destas amarras restaurando o que há de melhor em nós, inclusive o amor, o respeito, a carícia essencial, que quanto mais se doa e se divide, mais se multiplica e garante a continuidade da vida humana, e de vida humana com humanidade, qualidade e dignidade. 
    É preciso adquirirmos a consciência de que viemos ao mundo para a nossa evolução espiritual e humana, no despertar do que há de melhor em nós, sem competições (a não ser que sejam competições saudáveis no que diz respeito ao bem e ao amor e sua distribuição e divulgação pelo globo), onde todos são convidados a buscar o mesmo ideal, pois há espaço para todos, pensamento este, tão contrário ao cenário narrado no início desta pequena prosa, que mostra friamente a cruel realidade de sustentação do egoísmo humano.
    

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Vida e morte, qual será a sorte?


A morte vem sorrateira, sempre pega desprevenido.
O natural e ideal, seria que os filhos enterrassem seus pais.

Mas sabemos que no mundo em que vivemos, ideal e real
são bem distintos, um só funciona na teoria, e o outro a
gente descobre na prática.

Nas situações onde ocorrem mortes abruptas e desastrosas,
sempre surge o desespero, é natural, em nossas mentes 
geralmente, não damos muita importância à morte, às vezes
como meio inconsciente de afugentá-la, mas na hora certeira
ela chega.

Por isso da importância de vivermos bem a cada dia, mantendo 
a paz consigo mesmo e com os semelhantes, sendo amigo de 
todos e buscando a evolução moral nas ações e viver enquanto 
humano encarnado e mais ainda no espírito, sendo que, é este
último que vivifica e segue adiante, sendo o seu maior legado,
as conquistas neste campo, o de ter se tornado uma melhor
"pessoa", na qual põem fé uma infinidade de crenças, ser a
missão maior do ser humano e espiritual a sua evolução global e
moral.

Questionar a existência de Deus em situações como estas, é
questioná-lo também nas situações outras em que há prosperidade,
saúde e alegrias (etc.)... 

A vida segue um curso, o qual se baseia nas nossas escolhas 
e nas escolhas de outras pessoas, num ciclo de causa e efeito, 
no qual cada um tem que pagar pela consequência de seus 
próprios atos, nos quais, Deus não interfere, em respeito à
liberdade de nossas escolhas.

Mas em sua infinita misericórdia, cria meios e oportunidades
para que a seu tempo, tudo alcance a normalidade que se
confirmará na evolução do espírito, evolução esta, a que todos
os espíritos estão "fadados", desde que, se proponham a este
fim.

A escolha é sempre pessoal.
Entre culpados e inocentes, mortos e feridos, loucos e sãos,
a vida segue, mas segue de modo que cada dívida contraída
venha a seu tempo, ser paga, muitas vezes "com a mesma
moeda".

Os tempos mudam, os cenários mudam, as situações mudam,
mas o espírito é o mesmo, embora sofra mudanças em seu estado
evolutivo a cada dívida subtraída da cruz e fardo que carrega nas
costas e impregnadas no próprio espírito.

Sendo a purificação do espírito, a liberdade de toda a mácula,
adquirida desde que o espírito tomou consciência de que suas
ações surtiriam bençãos e maldições, as quais iria a grosso 
modo ter que suportar.

A morte é apenas um sonho pelo qual passa o espírito
encarnado, é um breve momento de "vida" numa matéria que lhe
é ainda necessária para a própria evolução. 

Vista pelos olhos humanos, a morte deveria ser apenas o estado 
de despertar do espírito deste "sonho" que se encontra momentaneamente 
"em vida" num corpo carnal, ou seja, a "não" verdadeira natureza do espírito,
sempre eterno e infinito, dotado de uma identidade que lhe é própria, mesmo
sendo fruto de Uma criação, ou Criador, que lhe é muito infinitamente maior.

By Adalmir Oliveira Campos 

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Viver o Cristo


Ninguém é obrigado a ser heterossexual.
Ninguém é obrigado a ser a ser homossexual.
Ninguém é obrigado a ser jogador de futebol.
Ninguém é obrigado a gostar de futebol.
Ninguém é obrigado a aceitar a Jesus.

"Tudo lhe é permitido, mas nem tudo lhe convém"!
Ninguém é obrigado a nada!

Mas quando as escolhas são feitas, sejam por opção,
sejam de nascença, por afinidades, etc., cabe o respeito,
o amor, e a preservação da vida.

A justiça é exata, jamais vingativa. A correção é feita
a partir do momento que se toma consciência do que
realmente promove felicidade e evolução do espírito,
mesmo estando este na matéria.

Impor justiça com as próprias mãos, é colocar-se à
disposição para ser julgado por justiceiros, se não
iguais, piores, ou mais desinformados ainda.

Aqui se faz, aqui se paga, não tem como fugir,
e não é castigo, são consequências dos próprios
atos.

Preocupa-te em zelar por tua evolução.
Oriente os que você ama, e aos que você nem conhece.
Mas respeite suas escolhas, e reze por eles, para
que também tenham "boa sorte".

Jamais imponha o teu pensar. Mostre com tuas ações
o caminho, e no tempo certo, encontraram cada um o
teu caminho.

Mais que buscar a Jesus. Mais do que viver rituais.
Mais do que pregar o evangelho. Busque viver Jesus,
não é Ele o caminho, a verdade e a vida?

Caminho, verdade e vida, são o mapa do tesouro.
Mas vai além de aceitar e rezar infinitamente, a resposta
está em fazer como Ele, caminhar nos mesmos caminhos.

É buscar a evolução moral do espírito, é desapegar-se
um pouco deste mundo e buscar as coisas do alto.
A questão, já não é provar se é filho de Deus ou do Demônio,
ou se somos todos filhos de Deus ou não, se a minha religião
é a melhor e mais indicada ou não, se a verdade está comigo
ou não.

A questão é fazer o bem, pregar e viver o amor e o respeito,
assim como Jesus Cristo viveu e pregou, e aqueles que estão
engatinhando neste assunto, não devem ser repreendidos, e sim
instruídos e orientados, sempre no amor, sem impor,
sem exigir, sem violentar. Matar, atirar pedras, julgar, excluir,
é totalmente contrário a Cristo.

Fique vivo, e olhe onde põe a tua fé!

By Adalmir Oliveira Campos​
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Busque o bem enquanto é possível!


Na escola que é a vida, é necessária a prontidão.
É de pequeno que se senta, engatinha e anda.
E pular estas etapas nunca é bom!

Se bem instruído, no amor, respeito e gratidão,
os caminhos do bem não negam não.

Já desorientado com indagações no coração,
experimenta andar por caminhos que nem tão
certos são.

Incorrem em erros.
Mas a vida em si, não brinca em serviço, ensina
até o pior aluno, e é certo até o capeta será santo
um dia!

Deus não fez nada para ficar vazio ou sombras.
Inferno astrais e mentais que assolam espíritos
desinformados.

Sempre há luz no fim do túnel. O bom Pai sempre
deixa a porta aberta ao filho, ao qual não se nega
o direito de voltar.

É em família e em comunidade que se enfrenta os
conflitos, e no respeito e amor, todos, um dia, ao seu
tempo, encontrarão o caminho, e o mundo será um lar.
(mas é preciso apressar, enquanto o tempo é favorável).

Errar às vezes é apenas uma tentativa incorreta de
buscar acertar... Jesus nos mostrou o caminho.

É bom que como bons discípulos busquemos a superação,
e juntos, possamos seguir feito estrelas na irradiação da
luz a nortear o caminho dos náufragos neste mar imenso
que é o entendimento de si, na harmonização com o
Hollos Universal.

By Adalmir Oliveira Campos​
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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Escola para a sociedade, sociedade para a escola


    O professor não pode ser o culpado por a escola não ter, ou não estar acompanhando a evolução dos meios tecnológicos, das mídias, meios de comunicação, sociedade de um modo geral, na utilização de recursos à altura. Os mesmos, buscam por conta própria, em sua maioria, os meios para sua formação de modo que esta seja continuada, mas ao chegar na sala de aula, as ferramentas oferecidas são sempre as mesmas, quadro negro, giz e apagador, quando no mais, xerox, livros, computadores e internet, nestes dois últimos casos, não atendem a todos os alunos, e quase sempre, não recebem as manutenções necessárias que garantam o pleno funcionamento. Nos últimos anos, algumas escolas, receberam lousas interativas, mas não em números suficientes para atenderem a todas as classes, e acabam sendo encostadas. 
    É fato, mas muitos não tomam conhecimento, professores terem que tirar de sua própria renda para suprir as falhas nos sistemas educacionais (xerox, impressões, recursos motivacionais materiais, algumas vezes até materiais escolares), mesmo não sendo valorizados como deveriam, pelo importante trabalho que prestam à sociedade, sem contarmos com os planejamentos e cronogramas "arrochados" os quais são muitas vezes "obrigados" a cumprir, sem terem um tempo livre para conversas informais, mas necessárias à formação dos alunos. Muitos alunos com baixa aprendizagem e ou com problemas disciplinares, muitas vezes necessitam de um "bom papo", para entenderem o porque de se encontrarem em certas situações de conflito e arejarem a mente e verem como sair destes, problemas, os quais muitas vezes comprometem a sua educação, embora seja esta uma "obrigação" dos pais. 
    A sociedade se mantém rígida nas suas estruturas organizacionais e burocráticas, o que acredita-se, não estar a escola muito atrasada, visto que ao saírem às ruas, ao comércio, e estarem no meio "social funcional", se deparam com estruturas semelhantes às das escolas atuais. Mudar o foco da educação, para moldes diferentes, dos adotados para as sociedades, é "dar navios aos alunos, para que os mesmos trafeguem com eles no asfalto".
    Querem impor uma escola sem muros, "sem regras", onde o aluno é construtor do teu próprio conhecimento, e sendo um ser crítico, um transformador de realidades (de negativas para positivas), tendo o professor como moderador deste, o que de fato aprovo, mas a sociedade se encontra preparada para receber estes alunos? Há esta flexibilidade por parte das empresas, comércio, indústrias, governos, etc.?
    Penso que, para uma escola moderna, aberta, flexível, deve-se ter em contra partida uma sociedade no mínimo com as mesmas "qualidades" para receber os alunos advindos desta escola. E uma escola e sociedade assim, não se faz no papel, para depois serem exercidos na prática, é preciso que ela aconteça concomitantemente, e para isso, as leis, as regras, devem se adequar a ambas, e as ferramentas, bem como os recursos humanos, para se alcançar tais feitos, devem ser de qualidade e de fácil acesso.
    Não há como desassociar o aluno, escola, família e sociedade. Ambos devem seguir as mesmas regras, leis, convenções sociais, ou as aprendizagens em uma destas esferas, comprometem as de outras e assim sucessivamente. Ocorrendo um efeito dominó, onde a escola ensina um coisa, os pais outra, e a sociedade outra, pondo crianças, adolescentes, jovens e idosos desnorteados na condução da própria vida interior, emocional, intelectual (etc.) e exterior, no trabalho, na igreja, na comunidade e contextos diversos dos quais faz parte no dia a dia.
    
    

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Poesia é tanta coisa!


Poesia é tanta coisa.
Às vezes filosofia, ideologia,
a luz no fim do túnel.

Às veze é amor, ou trata-se de amor.
Às vezes é amizade, ou trata-se
de amizade.

Às vezes é o tempo, ou trata-se do
tempo. Um sonho, um impulso para
a realidade.

Poesia é muitas vezes mais do que
constelação, é um universo em cada
letra, palavras, acento e pontuação.

É por vezes obra de arte.
Lua cheia para os amantes, água
para os sedentos, meio de transporte
para os viajores.

Poesia é um mister de tudo um pouco,
e de muito mais, e de muito menos.

Ensina aos sábios, assim como bem
ensina aos que estão a caminho de
serem sábios, mas que sempre são
sábios em algo que o outro não é,
mas que nos liga aos outros no partilhar.

Por vezes é máquina do tempo, é
atemporal, e flui, e marca, comove
e motiva no incitar cotidiano de tudo
isso que chamamos vida.

By Adalmir Oliveira Campos
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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Amigo trabalhador, parabéns pelo seu dia!


Trabalho é dia a dia, meio que uma rotina.
Engrandece a todos que a ele se dedica.
Põe o pão na mesa, forma o teto, veste o corpo, enriquece
a inteligência e forma o espírito.
Serve ao homem e o enriquece, levando-o a prosperar.
(ou ao menos assim deveria ser)
Promove dignidade, saúde e bem estar.
É necessário a todo ser em condições para tal,
toma certo tempo e evita pensamentos para o mal,
mas durante o dia deve ser breve, não tomando todo o dia
se diurno, ou toda a noite se noturno,
pois há mais  o que fazer, estar com a família, os amigos
e ter tempo para viver.
Fora disto, escravidão!
Deste mal, fica sempre a reflexão.
1° de Maio, dia do trabalhador, e não do trabalho.
E que a paga seja digna e saborosos sejam os resultados
aos quais chamamos salário, estímulo este a acordamos
todos os dias e não deixarmos o mundo e a vida parar.

By Adalmir Oliveira Campos
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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Tolices humanas


Muitas pessoas em suas manias de grandeza fazem cada
coisa absurda. Idolatram políticos, cantores, jogadores
de futebol, (dentre outros) não importando se são sem caráter,
sem ética, sem moral, sem escrúpulos e sem laços de humanidade (...).

Desprezam os de sangue que se doam todos os dias para
fazer-lhes felizes, e na maioria das vezes sem quererem
algo em troca. Mas a cegueira é tanta, que não enxergam os
que realmente querem seu bem e verdadeira evolução.

Abandonam família em busca de vida semelhante a seus
ídolos. Desprezam os que são mais humildes, vestem uma
roupagem que mal conseguem sustentar, e muitas vezes
encontram pela frente somente o vazio, que tais projetos
oferecem.

Deixam de lado o que realmente lhes causava prazer e alegria
de viver, para viverem os prazeres que ditaram serem os da
moda, os verdadeiramente "da hora"! Mas em poucos instantes
já não se satisfazem e o vazio os invadem novamente.

Trocam conversas saudáveis entre amigos e irmãos por conversas
artificiais, vindas por ondas sabe-se lá de onde, da lua, ou de algum
satélite por aí! E os momentos em grupo, ficam cada um no seu
canto curtindo, compartilhando o que está além, bem distante!

E a vida vai passando absurdamente veloz, e o tempo
que era para aprimoramento pessoal vai se esgotando, pois hoje em
dia, parece que evoluir e aprimorar é coisa para os fracos, mas se
enganam, os que eles idolatram não se deixam levar, lutam para
se manterem no poder, e para isso estudam, trabalham e criam
cada vez mais meios de serem "superiores".

E para serem superiores, criam a cada dia mais meios de fortalecerem
o contingente de "inferiores", pois vivem destes, são estes que os fazem
lucrar com as banalidades que oferecem, que nada acrescentam ao espírito
e às mentes sedentas de verdadeira paz e viver digno e feliz.

Pena que a visão que se tem, é de que os grandes dominam os mais
fracos, e assim sucessivamente, em constantes ações de exploração,
chantagens emocionais, exploração, como um trator em cima de um
"tatu bola" na concorrência desleal pela vida e arado da terra.

Posso estar errado, mas a cada dia vejo mais e mais destas situações,
onde os mais fortes, os maiores e os mais ricos se endeusam e exigem
que o mundo ao seu redor corra de acordo com as suas necessidades e
prazeres, e pena que muita gente, gente em massa se colocam como
sustentáculo destes deuses.

É preciso despertar, viver exige mais do que tudo isso, e mais ainda,
é preciso virar esta pirâmide de cabeça para baixo, limpar a casa,
e fazer  o que realmente vale a pena neste mundo, agir uns em prol
dos outros, onde os mais fortes sejam protetores dos mais fracos,
levando-os à tamanha evolução, que permita a todos caminharem
lado a lado, rumo a uma vitória que com certeza pertence a todos.

By Adalmir Oliveira Campos​
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Enquanto isso no trânsito!


O sistema de trânsito brasileiro pode não ser perfeito.
Mas se cada um seguir a regrinhas que regem o trânsito,
com certeza teremos mais paz e alegrias ao sairmos
de casa, seja a pé, de carro, bicicleta, carroça,
caminhão, e o que for!

Não deixe o "poder" subir à sua cabeça quando saíres
da posição de pedestre, ninguém se torna melhor por
que deixou de andar a pé, e muito menos por ter um carro
de luxo, ou um grande caminhão, ou carreta.

Quanto maior e mais veloz o veículo, maior a
responsabilidade e cuidado com os veículos menores
e principalmente pedestres e ciclistas.

Os maiores, mais modernos, e mais velozes, e muitas
vezes mais pesados, não têm nenhuma preferência sobre
os menores, muito pelo contrário, devem dar a preferência,
pois numa ação impensada, podem colocar a vida de muitas
pessoas em perigo, inclusive a própria.

Nem carros blindados privam pessoas de morte em caso
de um possível acidente. O melhor no trânsito, nem sempre
é  oque chega primeiro, mas sim, aquele que chega sempre
em segurança, e permite que outros também cheguem em
segurança.

As ruas, avenidas, rodovias, estradas, ruelas, etc., podem nos
levar e nos trazer aos nossos destinos todos os dias, ou podem
podar-nos este ir e vir. Quem faz a escolha, é você!

By Adalmir Oliveira Campos​
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Xô inveja!


Nunca vi gente morta correndo,
muito menos trabalhando e evoluindo.
E tem pessoas que agem na vida feito
mortos e querem vencer na vida.

Dinamicidade é  o que move os seres
humanos. Cobiça e inveja não engordam
nem emagrecem ninguém.

Mas são um grande mal para a humanidade,
mal este, que "estraga" mais quem sente
do que, quem é o alvo.

É, com certeza, o prato preferido dos que
não sabem o que é lutar dia a dia para
conquistar. Querem fácil, o que outros
levaram anos a fio para fazer alcançar.

Onde está a alegria de ver o outro bem?
Onde está a alegria de ver o outro prosperar?
Onde está a alegria de ver o outro feliz?

Alegria em ver o outro bem, é coisa de pessoas
bem resolvidas e também felizes, que sabem
que é inteligente querer o bem do outro, assim
como é bom e nos faz bem quando se alegram
sinceramente com nossas conquistas.

Pessoas verdadeiramente evoluídas sabem
dar crédito a quem luta e vence diante das
labutas da vida, e sabem também que são
capazes de se sobressaírem, não para se
igualarem aos seus ou se tornarem melhores,
sabem, que viver não é uma competição.

Há espaço para todos.
Não são os objetos da conquista que trazem
a felicidade, e sim o que encontramos no
caminho: a convivência, as amizades, e o
amor, por que não?

Inveja é para os "fracos" e "desinformados".
Busque ao invés da inveja, agradecer ao que
possui, e se fortaleça no passo a passo, na
conquista diária, grão a grão, e use a vitória
do seu vizinho, amigo, e seja lá quem for, como
motivação para vencer também.

Verás que nem tudo que faz uma pessoa
feliz, o fará a nós. Somos únicos, e
não há receita de felicidade que caiba em todos
nós humanos.

By Adalmir Oliveira Campos​
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terça-feira, 14 de abril de 2015

Liberdade aos professores


O cenário educacional hoje em dia tem entristecido
em muito os profissionais da educação, e no caso
os profissionais das escola públicas mais ainda.

O professor público é tido como um qualquer que não
conseguiu dar uma guinada na vida e por azar ou
forças do destino caiu na salas de aula da rede pública.

Ninguém vê o que ele passa.
Ninguém experimenta calçar seus sapatos e caminhar
no lugar destes, mas se colocam em pedestais e se
põem a criticar, menosprezando cada vez mais, aqueles
que trabalham com o futuro das nações (as crianças,
adolescentes, jovens e adultos).

Muitos ainda criticam dizendo que se estão nas escolas
públicas, é por que não são bons o suficiente para estarem
numa escola particular, mas na realidade as coisas são bem
diferentes, primeiro, o mercado não consegue absorver
a demanda de professores e segundo, as escolas privadas
criam meios onde não são avaliados o Coeficiente Intelectual
e Emocional de seu professorado, e sim as indicações, sejam
elas políticas, ou de quem já trabalha nas mesmas, sendo
poucos que se sobressaem aos demais, inclusive nas
universidades onde vemos professores mais despreparados
do que seu próprio alunado.


Muitos comentários nas redes sociais denigrem e não
agregam valor algum aos professores, e até dizem:
"se não estão satisfeitos com seu trabalho, que arrumem
outro", como se fosse fácil assim, jogar pela janela anos
de estudos, dedicação, cursos, especialização (...) e começar
do zero.

Já pensou, um bom advogado desempregado, taxado por
alguns concorrentes desleais de incompetente, o que não
é o caso, ter que abandonar todo seu estudo e esforço, e
se emprenhar numa nova profissão, ao invés de investir
em um concurso público ou outros meios legais que lhe
permitam alçar voos maiores? Assim como um médico,
um dentista, um etc.

As pessoas estudam e investem no que sonham ser o
melhor para seu futuro profissional, muitas vezes a profissão
passa a ser a identidade da pessoa, e identidade, a gente não
joga fora, a gente não desiste, pois caso ocorra, a pessoa
desistiu de si mesma.

Professores das redes públicas e de muitas escolinhas
particulares por aí afora, vivem no total abandono e descaso
da sociedade, com uma baita responsabilidade nas mãos,
que é promover educação, gerar pessoas críticas, ativas
e capazes de produzir histórias mais felizes e dignas de
seres humanos, ao contrário do que se vê por aí.

Quem não sabe, ser professor, é quase que uma dedicação
exclusiva, a pessoa deixa por muitas vezes de ter uma vida
social. Trabalha o horário previsto na escola com os alunos,
participam de reuniões semanais, e quando chegam em casa
têm que fazer os planos de aula, provas, correção de provas,
pesquisas dentre outros, e nos finais de semana participar de
cursos de capacitação continuada, pois a exigências são
sempre mais e mais.

Nunca estão satisfeitos com a atuação do professor, com
sua qualificação, mas quase sempre, investem pouco nestes,
baixos salários, promessas vazias, instabilidade profissional,
e a culpa do fracasso de crianças, adolescentes, jovens muitas
vezes recaem sobre estes em discursos impensados e calorosos
que muita vezes não passam de chantagem emocional, com
vistas a continuarem a mão de obra barata e não tão grata,
que surte no efeito e consequência de uma educação puramente
de repetição de conteúdos, geradora de analfabetos funcionais,
presas fáceis para a manipulação das mídias, religiões, políticas,
que só tendem a expandir e a enriquecerem com a ignorância alheia.

Professor é gente, tem sangue nas veias, come, respira,
cansa, sorri e chora, não é nenhuma super homem que
vive de glórias. Possuem família, filhos, despesas, gastos,
sonhos, projetos de vida como qualquer um outro, e por que
não podem achar injusto o salário que lhes impõem?

Quantos políticos aí no poder, analfabetos funcionais, que
não fazem nada além de investirem em suas demagogias,
não possuem estudos, não são graduados, nem pós graduados,
muito menos mestres ou doutores, e ganham super salários,
por roubar bem o povo. Quem nesta história, e em outras
merece os aplausos?

Não é por que a educação é pública que tem que ser feita de
qualquer modo, e não é por que professor é da rede pública
que mereça ser desvalorizado. Quando vão perceber que
colocar dinheiro na educação é investimento? Quando vão
perceber que quanto mais educado um povo, mais humano
ele se torna, e assim, se moldam em estilos de vida que
que favoreçam a vida e o viver em dignidade?

Quer um mundo mais sociável, mais humano, mais fraterno
e mais feliz? Invista nos professores! Com certeza verão
menos policiais nas ruas, e consequentemente menos
ladrões, menos drogas, menos mortes por crimes, dentre
outras mazelas!

Um viva aos professores! E o lembrete, o tempo da escravidão
acabou, libertem os professores também, tirem-lhes as algemas,
os gradis, e deem aos mesmos a paga justa pelos seus esforços,
pois estes são pedreiros e ao mesmos tempo lapidadores de
humanos, almas e espíritos, capazes de promoverem a paz
nesta gigantesca família humana, ou em falha a guerra.
Há no mundo maior responsabilidade?

By Adalmir Oliveira Campos​
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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Viver sem mistérios!


O ser ou não ser, eis a questão,
se faz das ações que correm o tempo,
num giro rápido, onde presente vira passado,
passado vira presente, e o futuro se faz.

Não há mistérios.
Viver é o que basta.
Viver, sonhar e realizar sonhos.

O que se foi, disse o poeta, são marcas
do que será, e o que está sendo também.

A essência permanece, mas a cada
novo amanhecer, é certo, já não somos
mais os mesmos.

O sentido maior de tudo isso, alguém sabe
expor? Não bastam somente palavras de amor.
Teorias apenas, não constroem prédios, teorias
apenas, não fazem carros ligeiros se moverem.

Na ação, teoria encontra resposta,
respostas geram perguntas, perguntas geram
novas teorias, e na busca de serem entendidas
e na ação vão se fortalecendo, ganhando vida,
e dando sentido à vida...

Viver, não é somente curtir  a vida.
Viver, não é somente estar sob o efeito constante
de drogas lícitas ou ilícitas, seja para "aproveitar"
a vida ou seja para fugir à realidade.
Viver não é somente correr de balada em balada,
ganhar o mundo.

Embora seja triste o ser humano que leva a sério
demais o seu viver, sem parar para aproveitar das
muitas oportunidades de ser feliz e sorrir, as quais
são oferecidas pela natureza, pela família, por uma
viajem, ou coisas simples da vida.

Semear felicidade é colheita garantida de bons
frutos que não podem ser diferentes desta mesma
felicidade.

Viver é também ter fincado os pés no chão, agarrados
aos chifres da realidade, por mais dura que ela seja.
Viver é domesticar o indomesticável, construir pontes,
e promover condições melhores de vida para que seja
o viver mais pleno e feliz.

Viver é não perder-se a se mesmo no encontro
com o outro, e sim uma eterna troca onde ambos
evoluem rumo ao Pai.

By Adalmir Oliveira Campos​
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Jardim de poesias, cultivo de humanidade.


No jardim da vida planto flores,
cultivo com amor e carinho...

Aqueles que buscam, encontram
a delicadeza das pétalas e o bom
cheiro dos perfumes.

Como experiências, conhecem
sobre as asperezas da vida, o
afiamento e corte dos espinhos,
os tortuosos caminhos, abismos
e sombras.

E como homens sábios tiram o seu
melhor proveito e aprumam-se no
oposto a todo mal, numa vida com mais
sabor, temperos e moderado sal.

Quem ganha em ler poesias,
cujo o cultivar dos poetas são verbos
que expressam vida?


São os simples de coração, os quais
investem na maior riqueza que existe:
Amar a Deus acima de todas as coisas,
e ao próximo como a si mesmo.

O bem maior, é o bem partilhado,
este bem, que ao contrário do que
muitos afirmam, não nos iguala, e sim
realça o que cada um tem de melhor,
na construção de um universo de
possibilidades de um viver digno e feliz,
onde heterogeneidade não é defeito
e sim qualidade.

Qualidade esta que nos torna melhores,
não neste estado de competição atual,
mas um "melhores" que de fato não rouba
o brilho das outras estrelas, mas é capaz
de promover um brilho conjunto, que com
certeza é capaz de fazer constelação, e
uma bela pintura cósmica emoldurada
pelo respeito e verdadeiro amor.

By Adalmir Oliveira Campos
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terça-feira, 31 de março de 2015

De nossos jardins, sejamos bons jardineiros!


O homem feliz é aquele que diariamente
cuida de seu jardim arrancando as ervas
daninhas, plantando flores e cuidando
destas com amor e carinho no trato do
que recebeu das mãos do PAI!.

Já o homem infeliz, é aquele que se perde
ao descuidar do seu jardim para cuidar do
jardim do outro, onde arranca o que julga
ser erva daninha, e tenta plantar o que julga
ser flor, mas no cuidado, segue os mesmos
passos que usa para cuidar do seu próprio
jardim.

Agindo assim, é nítido o resultado caso
o outro aceite tal intromissão, ambos os
homens se tornam infelizes e ambos
os jardins definham.

Caso o segundo homem se mantenha firme,
e sabiamente preserve seus direitos de
jardineiro no trato do seu jardim, perde
somente o primeiro.

Caso o tempo não ensine ao primeiro homem
a enxergar o alto capim que está sobre seus
ombros e encobre teu jardim, e prefira manter
fixo os olhos no jardim do vizinho, o qual julga
as flores e frutos ervas daninhas, será mesmo
o seu fim, até que brotem novas oportunidades.

Às vezes aprendemos com as amizades, erros
e acertos de outros jardineiros... Daí, vale a pena
compartilhar experiências, conhecimentos e
aprendizagens.

By Adalmir Oliveira Campos
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quarta-feira, 25 de março de 2015

No amor, nos tornamos melhores


Não acredito que o amor muda as pessoas, a não ser o
amor próprio, quando percebemos o que nos faz infelizes
e o que nos atrasa e resolvemos mudar!

Se o outro nos ama e se amamos o outro, os amamos e
eles nos amam pelo que são e pelo que somos, e não
pelo que gostariam que fossemos ou pelo que gostaríamos
que fossem.

No convívio a dois, aprendemos sim, a respeitar um ao
outro e a ceder no que não nos faz mal e não nos prejudica
para que o outro se sinta melhor.

Ser neutro para agradar ao outro não é amor.
Apagar-se para que o outro brilhe não é amor.
Deixar de respirar para que o outro respire, não é amor.

Somos seres relacionais e dialógicos.
Diante de conflitos, não devemos temer, nos esconder,
ou nos anular.
Devemos usar da arte do diálogo, da negociação e buscar
o que é melhor para os dois lados, visto que não são
homogêneos.

Conflitos são oportunidades de crescimento a dois.
Às vezes é preciso que um ou o outro ceda, mas numa
eterna gangorra em busca de movimento, equilíbrio e
segurança.

Ora de lá.
Ora de cá.
Mas sem se perderem para que o outro se encontre.
Podemos mudar sim, mas nossa essência deve ser preservada,
foi o que o outro amou em nós, mudarmos, poderia colocar
em risco toda a conta.

Mas podemos, como o rio, nos alargar, nos encher, nos deixar
acrescentar, se agregar, ou findar e secar deixando de existir,
como toda vida antes exuberante e alegre.

Assim como o rio, nas relações, devemos ser flexíveis, sem
perdermos as origens sem perdemos nossas raízes, somos
cultura que se incorporam a outras culturas e nos tornamos
um, só que mais ricos, férteis e possivelmente felizes no
respeito ao outro que parte do respeito a si mesmo e em Deus.

By Adalmir Oliveira Campos
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terça-feira, 24 de março de 2015

Com quem andas?


Dizem por aí "me digas com quem andas que direi quem tu és". E muitos defendem esta "máxima" com unhas e dentes. Mas se olharmos atentamente, veremos o quanto esta "máxima", dito popular, é falha e chega a ser mesquinha, a não ser que os seres humanos sejam volúveis, instáveis e manipuláveis. Quem recebeu verdadeira instrução educacional e até mesmo religiosa, livre de preconceitos e visões distorcidas e estereotipadas da realidade e possuem uma base sólida, não saem por aí vestindo qualquer camisa. Podem andar em qualquer campo, ter amigos diferentes, e mesmo assim, não deixarão de ser quem são, se mudaram, não foi por influência, foi por que se revelou sua verdadeira essência. Convenhamos: ninguém vira gay, negro, branco, asiático, indio, deficiente mental (...). Já se nasce assim. Não desviemos o foco do verdadeiro mal na condenação de inocentes. Jesus caminhou no meio dos excluídos, não julgou, não condenou... Acolheu, curou e levou libertação e por incrível que pareça não deixou de ser quem era e quem continua sendo. É fácil ser santo em terra de santo, bem como é fácil amar quem nos ama.

Bora refletir? Abençoada semana gente linda, gente amiga!

By Adalmir Oliveira Campos​
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