terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Em outra vida um reecontro...


Como pôde coração me trair?
Como pôde o mente me confundir?

Larguei o amor certo pelo incerto e sofri.
Sofri o choro dos desamparados...
Sofri o choro dos arrependidos,
Quando já não há mais geito.

Como prosseguir amando,
Se quem realmente amo não está diante de mim.
Se ao fixar os olhos ao dizer "eu te amo",
Não sinto no coração o fogo
E liberdade de expressão que existia
Diante dos teus olhos...

De que me adinta o sexo quente,
Se não sinto seu sorriso alegre
E seus olhos revirando de amor...
De êxtase...
De prazer.

De que me adianta estar em outros
Braços, se eu queria estar nos teus.

Que saudade do seu corpo colado ao meu...
Que saudades de você me aquecendo
Com seu calor, nas frias madrugadas,
Enquanto dormiamos de conchinha.

Só me resta seguir sozinho, pois outro amor
Já não me cabe, outro amor já não me serve.

Pois são amores diferentes que não deveriam
Ter passado de uma maravilhosa amizade.

Resta a esperança de em outra "vida" um reencontro.

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