domingo, 26 de setembro de 2010

Bagunça, credo...

Estou aqui, com uma vela acesa, cadeiras para o alto,
Móveis afastados.
Empunhando rodo, vassoura, pano e produtos de limpeza.

Faxino a minha casa entre lágrimas...
E assim, me distraio, pois faxinar a bagunça do
Coração está difícil.

Só o tempo pode curar a dor de uma ausência.
Só o tempo pode curar a dor de um amor que se foi.

Não há nada a fazer.
Não existem produtos de limpeza
Que realize a faxina do coração.

Somente o tempo, a paciência, a esperança
E o amor podem renovar, reciclando o coração
Espedaçado; Que perdido escurece a alma
Que clama por socorro e avivamento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário