quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Que pena


Que pena.
Pena.
Entenda a pena.

Não esta das galináceas, e sim
esta que sinto de você.

Que pena.
Que cena.
Não há o que fazer.

Que pena.
Já foi a história de mim mais você.

Foi sim, história que eu pretendo
para sempre esquecer.
Que pena.
Pena eu só tenho de você.

Que hoje chora me querendo por perto,
sonhando me ter.

Enrolou, vacilou, dançou.

O que resta é pena...
Pena de você, que nem em sonhos
pode me ter.

Cresci, evoluí, aprendi o auto-amor,
chega de choro, chega de dor, o que
me resta é o verdadeiro amor.

Não desejei ter pena, nem dó, pois penso
que ninguém é assim tão pequeno ou
mesquinho o bastante para merecê-la.

Por isso meu desejo é que sigas contente.
Vai, segue bem, sorrindo feliz também, só
que em outros braços.

Não é orgulho, passou a vez, e aqui já
não dá mais.

Das penas faça fantasias, viva o carnaval
e no dia a dia, vá de cara limpa, no respeito
ao seu igual.

Caso contrário colherás do teu próprio mal.

Que pena, será a pena que terás de si
mesmo, ou não, caso o amor realmente
não crie raízes em seu coração.

Que a pena seja somente fetiche em noites
de folia, alegria sem igual.
Penas e mais penas em noites de carnaval.

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmiroliveiracampos.blogspot.com.br

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