quarta-feira, 16 de maio de 2012

Loucura


  Se alguém me visse agora diria que estou louco.
O que me importa, se muitos já me vêem assim?

É na minha loucura de andar descalço, de cueca vermelha, camiseta cinza e chapéu na cabeça que me encontro, me fortaleço e crio forças e esperanças para continuar acreditando em mim, nos meus sonhos e ideais, e no ser humano.

Este ser humano,
Quer negro ou branco,
Amarelo ou pardo
Albino e outros mais, seja qual for a pigmentação de sua pele, a tribo em que vive, do seu contexto, dos seus sonhos, das suas crenças, valores, ideais e cultura;
Não são nada mais nada menos que seres humanos.

Humanos carentes,
Humanos doentes,
Humanos descrentes,
Humanos sem ânimos até.

Pois é visto que estão perdendo a fé no outro
Bem como a capacidade de amar, de cativas, de se entregar, sem receber algo em troca, incondicionalmente.

Humanos, entes sedentos de paz.
Humanos, entes sedentos de amor.
Humanos, entes ilhados, almas solitárias em busca de suas almas gêmeas, que na maioria das vezes estão por debaixo de seus próprios narizes; Na figura que se desenha no seu próximo, que também é humano, e parte da mesma alma que é você, quem vêm de Deus, seja ente do modo como eu, você, nós vemos.

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