domingo, 22 de março de 2015

No ritmo do coração


No ritmo do coração deveríamos seguir a
vida, num ritmo continuo, vívido e pulsante.

Tipo um pacto de sangue, sem os stresses
e correrias dos dias turbulentos em que temos
vivido nesta busca de "evolução" assustadora
a que somos moldados a seguir e a buscar.

Agitação demais faz o coração parar.
Agitação demais nos faz dispersar dos nossos
verdadeiros caminhos e aborta a vida.

A evolução ocorre por dentro e jamais no mundo
exterior. Não há como medir nossa evolução pelos
meios de comunicação, pelos meios de transportes,
pela ciência, pela moda, pelo din din ou dólar (...) ou
por tantas cousas que dizem por aí ser evolução.

A evolução se alcança quando se refina o espírito,
a alma e o eu interior. O que verdadeiramente somos
e  o que verdadeiramente nos tornamos.

Ritmo e sequenciação.
Trabalho, movimento, ação.

Entrega constante e trabalho em conjunto, onde
se reconhece a própria importância e a importância
do outros nas engrenagens que não podem parar, onde
a falta ou falha de um compromete todo o restante.

Se achar melhor do que os outros é efeito colateral
na certa, a vida se processa na importância de cada
um, se um se esforça mais do que o outro, ou por
orgulho e egoísmo deixa de se esforçar, a vida tende
a perecer e o caos se instala, e a morte vem.

Para que o coração e tudo mais funcione corretamente
e promova a vida, é necessário que todos trabalhem
a seu tempo, no mesmo ritmo e melodia que exige a
vida no respeito a cada "engrenagem" em seus ritmos,
diferenças, aspectos e modos de ser.

By Adalmir Oliveira Campos

adalmir-campos.blogspot.com.br
adalmiroliveiracampos.blogspot.com.br

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