terça-feira, 7 de maio de 2013

Dor que não convém



Não sei de onde vem essa dor que não convém.
Faz do caminhar, caminhar aflito.

É dor que não acaba mais.
Sangria que rouba a paz.
Nem há sexo que satisfaz
esse amor bandido.

Meu lar virou prisão
desde que levou meu coração
ao seguir outros caminhos.

Quando as portas cerraram,
Em luto, mente e razão,
meus sonhos foram em vão.

A queda foi certeira...
A flecha do cupido se quebrou.
A cicatriz aos poucos se forma,
Pois ainda é grande o amor,
que aguarda ansiosamente o abrir
de novas janelas e portas...
Novos cheiros...
Novos sabores...
Novo amor.

By Adalmir Oliveira Campos

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