quarta-feira, 8 de maio de 2013

Não sou peteca


Sabe, não sou peteca que se joga de um lado para o outro.
Objeto que fazem com ele  o que querem.

Sou ser humano.
Tenho sentimentos...
Tenho emoções.
Tenho História.

Sei que vim de família humilde.
Sou um pouco fechado às vezes...
Nem sempre me enturmo
facilmente.

Mas sou de bom caráter,
e filho de Deus.

Sei também que não sou perfeito,
embora tento em vão...

Mas entenda-me...
Conheça-me...
Para tirar suas conclusões.

Sou pessoa sem maldades...
Embora eu peque as vezes.
Também, como dito, sou humano
e estou sujeito a errar.
Mas arco com as consequências
destes erros sem aos outros
culpar.

É difícil querer rimar algo tão sério assim.
Mas muitos invejam essa simplicidade
que há em mim.
Não sei por que, pois no mundo de hoje,
tem se sobressaído os injustos e
mentirosos.

Só peço não mintas sobre mim.
respeite minha simplicidade
sertaneja, minha inocência
que chega a ser infantil.

Mas me prefiro assim...
Pois assim infantil feito criança.
Tenho minhas responsabilidades
como adulto, e sei separar as coisas.
Embora não admita agir como os adultos
sem criança na alma e no coração.

Me veja assim, nú.
Me veja assim, nesta inocência.

Se você me fala que me ama, eu acredito.
Se você me fala que é fiel eu acredito.

Mas não por que não possua criticidade
ao que me cerca, ao que me trazem.
E sim, por que prefiro confiar, sem
colocar um pé atrás.

Mas não sou bobo, se desconfio
deixo pra lá.
Não se brinca com sentimentos
e emoções de uma criança.
Embora eu perdoe...
Embora eu ame.
Às vezes é melhor ficar
distante, pra não dar nova
oportunidade de alguém
trair outra vez.

É tão fácil amar.
É tão fácil odiar.

A linha que separa o amor
do ódio, e feita de fio
de açúcar.
Por isso não é bom brincar.

Sentimentos e corações dos
outros não é terra que se pisa.
Disto vale a pena lembrar.

By Adalmir Oliveira Campos

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