quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Jiló e Campari



A alma às vezes se amarga...
Por vezes como campari ou jiló.
Cores verdes, vermelhas, mistas.

Um amargo que soa cheiro de morte,
afastamento da sorte.
Horta, artéria, etérea.

Nem o álcool alivia.
Embora por horas.
Prisão domiciliar,
medo social.

Covardia sabe-se lá.
Fraquezas diriam outros,
que não sentem a mesma dor.

Como criticar a rosa por ser rosa,
se ela cresceu no meio dos cravos?

Confusão, respeito, aceitação.
Desobsessão confusa, razão?
Reflexos de um mundo
menos irmão.

By adalmir o. Campos 2013

Nenhum comentário:

Postar um comentário