quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Falência do amor




O amor morreu no mundo
É afirmativa de todos os dias.
As pessoas já não vivem o amor.
Será que se esfriaram?
Será destino, a vida sem o amor?
Será que este sentimento que
Norteia a humanidade foi à falência nos
Corações humanos?
Ódio, intrigas, inveja, desamor.
Preferem hoje em dia adotar
E encher de mimos os animais,
À demonstrarem amor pelos seus.
Não que os animais não mereçam.
Respeito pelos idosos e pelos pais é
Algo que nem mais se vê.
Será que no recôndito dos corações,
Não existem resíduos de amor?
Dor e sofrimentos causados pelo
Uso e abuso da liberdade sexual,
Uso frívolo, desprovido de respeito
Ao outro humano, como se sentimento
Não fosse mais necessário.
Como se homem e mulher
Se tornassem descartáveis.
Sofridos e amedrontados
Feito maçã caramelizada. Duros
Por fora e cozidos por dentro,
Incapazes de voltarem à vida
De belas e belos adormecidos após o beijo.
Pois não creem mais no poder de um novo beijo.
Preferem serem maltrapilhos, gatos e gatas borralheiros
Malfadados a servir o que não convém,
A escravidão que se mantém,
Na prisão de ser servil e passivo
No alimentar do medo, de ansiedades e
Culpas que
Creem ser a paga por terem amado e sofrido por causa
Desse mesmo amor.
É preciso crer de novo nos contos de fadas,
E fazer do amor contos da vida, sem culpa,
sem mácula, no respeito e reais.

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