quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Aprendendo com borboletas



As borboletas sempre me inspiraram. Elas me fascinam. Não é à toa que sejam o símbolo de liberdade, de vida nova. Quem dera, se como elas, tivéssemos as condições de nos metamorfosearmos.
As que alçam voos, não voltam atrás e não esperam as demais saírem do casulo. Pois sabem que a vida é curta, se ficarem a esperar perdem a oportunidade de alegrar os olhos do mundo, e as meio lagartas que estão no casulo não saem antes para acompanhar as que estão por fora, pois sabem que podem não suportar por não estar pronta para o voo. E assim seguem, cada uma, ao seu ritmo natural. E não ferem nenhuma lei natural.
Já os seres humanos são diferentes.
Não necessitam casulos para se metamorfosearem, necessita maturidade, ousadia, coragem, mudança de pensamento, amor e ações. “Os que já sabem voar, até podem acompanhar as que estão nos casulos, as que estão saindo do casulo, as que já avoam. Mas, se estas resistirem à evolução que o ato de metamorfosear exige, não cabe mais à borboleta que voa que já conhece sobre a vida, o mundo, Deus e o amor estagnar-se em prol destas. O tempo toma conta.”


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