segunda-feira, 2 de junho de 2014

Com rimas ou sem rimas, um risco...


Um risco, um cisco, um disco.
Uma isca, uma faísca, uma mística..

Uma rima, outra rima, e muitas rimas.

Não só assim se faz poesias.
Poesias seguem nuas e cruas, feito homens nus.

Alegres e tristes, felizes e outros mais.
Até parece assim algo maternal, paternal, fraternal.

Que a todos trata por igual.

Humanidade, sanidade, insanidade...

Poesia, feito de médico e louco todo mundo
tem um pouco.

E a vida segue mais ou menos, mais ou menos
feliz.

Horas com rimas, horas sem rimas.
Mas segue...
E a evolução aos trancos e barrancos acontece.

Homem e mulher, que são homem e mulher,
não padecem... sempre crescem... e seguem a evolução
feito a roda... e o mundo aos poucos se melhora e torna-se
mais habitável e feliz.

E a rima...
Segue, oras sim, oras não...
Oras pé, oras mão.
Oras doce, oras limão.
Oras assim, oras anão.

E no amor, um mundo melhor
em construção.
No mais, muita luz e muita benção
meu querido irmão (ã).

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário