terça-feira, 13 de maio de 2014

Amor, verdadeiro encanto


O que encanta a vida a não ser o amor.
Este amor que a tudo trás à luz e a tudo dá sabor?

Não é à toa que é cobiçado por muitos.
Objeto de desejo que não pede nada em troca a não
ser doação na mesma medida de amor.

Ás vezes, ou na maioria das vezes mau entendido,
mau compreendido, mas ainda amor.

Quem o conhece experimenta arrebatamento que
lhe elimina pequenezas humanas, feito lapidar de
um diamante, que devolve vida, brilho e vigor.

Causa inveja e incompreensões aos que não
tiveram a graça de ter sido tocados o coração.
Causa gelo na alma, no auto-trato e no viver, na
falta do amor, auto-amor, amor ao outro e amor
a tudo que há e exige o amor.

São como robôs. Pura mecânica e frigidez nas
ações e tratos aos outros, desprovidos de batidas
aceleradas quentes do coração bem como brilho
e pureza no olhar. Mal interpretam bondade, caem
todas as máscaras diante das ações cotidianas.
Verdadeiros abutres se passando por pombas.
(me desculpem os abutres a comparação)

Só descobrem o verdadeiro sentido da vida
quando tocados pelo amor.
Este amor, razão da própria vida, razão mesmo
que esquecida, razão.

Divino seja este amor Paterno,
amor fraterno,
amor de amigo,
amor entre casais,
amor sem igual, que surge no peito tão natural,
e de efeitos tão sobrenaturais, que até a ciência
pesquisa, estuda, embora não saiba precisar,
só prescreve diante do fato que só faz bem o amor.

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário