terça-feira, 15 de abril de 2014

Do pouco em pouco se faz muito


São de pequenas, e em pequenas coisas,
que vamos construindo grandes coisas
de forma sólida e segura.

É preciso dar valor a estas pequenas coisas.

Pois até o universo e mundo que conhecemos
já foram um dia um sonho de Deus, partículas
atômicas que pouco a pouco, e na ação diária,
semanal, mensal, secular e até mesmo milenar
se tornaram o que conhecemos hoje.

Pouco a pouco.
O que é possível para cada dia.
É difícil, eu sei, pois muitas vezes as cobranças
externas são "pra ontem", mas somos humanos
e não máquinas...

Precisamos dar o máximo de nós dentro de nossas
limitações, condições físicas e psíquicas e prontidão,
mais do que isso, com certeza é escravidão.

É preciso questionar.
A si, ao outro, e ver as prioridades, e pouco a pouco
consagrar seu trabalho na realização do mesmo e na
auto-realização.

Sacrifícios às vezes são necessários...
Algumas renúncias talvez.
Mas, mais do que isso, é escravidão.

A abolição já foi dada.
É preciso permanecer na ação.
Mas jamais quieto a boca e o coração
quando há a exploração...

De pouco em pouco, se faz muito.
Basta esforço, continuidade e equidade nas ações.
O que não pode e se entregar demasiado e findar-se
a vida no trabalho, sem vida familiar e social, pois é
aí que surge todo o mal, que provocam ansiedades,
medos, culpa, e depressão e outros males que assolam
a humanidade.

De pouco em pouco e no amor, se vive dignamente e
em humanidade.

By Adalmir Oliveira Campos
adalmir-campos.blogspot.com.br

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