quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Amor à vida


Deixei para trás as sujeiras acumuladas...
Lavei meu corpo, perfumei-me...
Vesti-me com roupas alvas.

Da alma e do espírito também cuidei.
Mantendo minha conexão com o Altíssimo.

Da casa retirei todo pó.
Toda gordura espumei...
Foram bolhas de sabão
e o que era velho e sem
utilidades, deixei escorrer pelo ralo.
No mais, pus à reciclagem e à
recuperação.

Velhos projetos, lidos, avaliados,
inutilizados e revalidados.

Novas páginas em branco a serem escritas...
Novos sonhos.
Novos ideais.

Para mim,
Por mim.
Para a família,
Com a família.
Para o trabalho,
No trabalho.
Para a vida em sociedade,
com ações e viver em sociedade.
Para o amor,
Com o amor.
Para e educação,
Com e pela educação.

O que é o todo sem suas partes?
O que é das partes se não formam um todo?

Recomeço...
Vida nova sem perder a essência,
a história, e a cultura construída.

Ano novo,
Tudo se renova.
O tempo zera, e recomeça
a contagem.

E assim a história se faz.
Do presente, faremos futuro.
Do presente, arranquemos os muros.

Muros estes do orgulho,
da cobiça, da inveja, da maledicência,
da fofoca, dos maus vícios, da corrupção,
das injustiças, da traição, da maldição, da mentira
e da morte.

Que amor à vida, seja o lema
para nosso recomeçar!

Que amor à vida seja nosso norte!

Que amor à vida seja nossa sorte!

Que no amor à vida seja o nosso
bem viver!

By Adalmir Oliveira Campos

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